Uma “cimeira” Trump para denunciar o preconceito das redes sociais


Sobre a ofensiva contra os gigantes do Vale do Silício, Donald Trump na quinta-feira na Casa Branca uma “cimeira” destinada sobretudo a denunciar a “desonestidade” das redes sociais, culpado aos olhos de conluio com os seus opositores democratas.

Essa reunião, na qual o executivo dos EUA deu poucos detalhes, será realizada sem os principais players do setor, como Twitter e Facebook, mas com muitas personalidades e organizações ultraconservadoras.

“Um grande tópico hoje na Social Media Summit será a desonestidade, preconceito e discriminação (…) praticada por alguns grupos”, twittou Trump para começar o dia.

“Não vamos tolerar isso por um longo tempo”, acrescentou ele, sugerindo que medidas poderiam estar em andamento.

Alguns observadores temem que a Casa Branca remova a estrutura legal que protege os serviços online. Essa proteção, codificada na seção 230 de uma lei de 1996, estipula que eles não podem ser responsabilizados por conteúdos ofensivos postados por outros, mas hospedados em suas plataformas.

“O governo não deve forçar os intermediários a retirar as palavras protegidas pela Constituição (em nome da liberdade de expressão)”, disse uma carta aberta em 27 organizações e 50 advogados especializados no setor.

Donald Trump, que tem cerca de 62 milhões de seguidores no Twitter, regularmente acusa redes sociais de amordaçar vozes conservadoras.

No final de junho, ele acusou diretamente o Twitter de impedir as pessoas de segui-lo e limitar sua capacidade de transmitir sua mensagem. “Se eu anunciasse amanhã que me tornaria um bom democrata, ganharia cinco vezes mais inscritos”, ele havia lançado no canal Fox News.

A organização Internet Association, que conta entre seus membros Google, Facebook ou Microsoft, mais uma vez rejeita fortemente as acusações de preconceito lançadas pelo inquilino da Casa Branca.

“As plataformas online são a melhor ferramenta para permitir que todas as visões políticas sejam representadas”, disse ele.

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