Julho 19th, 2010 at 01:56pm
Under Cultura Urbana
Cada vez mais os videos de skate vem mostrando que são a vanguarda em termos de pós produção, por sinal este daqui superou quase todos que eu tinha visto até agora, a ideia é extremamente simples, porém o resultado final é de uma originalidade indescritível, enjoy!
By admin
Continue Reading Shaun White Skateboarding: Transformation
Abril 12th, 2010 at 09:00pm
Under Cinema+ Geral+ Noite
A liderança das bilheterias norte-americanas assumida pela comédia Uma Noite Fora de Série foi contestada pelos estúdios. A Warner, produtora de Fúria de Titãs , estimou que a comédia estrelada por Tina Fey e Steve Carell arrecadaria cerca de US$ 26 milhões. De acordo com a Reuters , dois outros estúdios também previram que Fúria de Titãs seria o filme de maior renda do fim de semana. Outro argumento apresentado pelos estúdios é que a diferença entre os dois filme é de menos de US$ 200 milhões, o que poderia gerar equívocos. Em outros países os números apresentados pelas bilheterias foram inquestionáveis: Fúria de Titãs fez US$ 54 milhões. O resultado final deve ser anunciado ainda nesta segunda-feira (11/4). Confira o ranking americano das bilheterias neste fim de semana Foto: Divulgação
By admin
Continue Reading Vitória de Uma Noite Fora de Série nas bilheterias é contestada pelos estúdios
Abril 12th, 2010 at 08:26pm
Under Fotografia+ História+ Morte+ Música
Não é todo dia que um fotógrafo, ou fotojornalista, como eles são conhecidos, encontram matéria prima para uma foto expressiva, daquelas que ganham a primeira página de um grande jornal ou são passíveis de ganhar grandes prêmios fotográficos. Algumas fotos marcam a “história”, e até podem mudar o rumo de uma vida? Quem não conhece a famosa foto feita pelo Kevin Carter, que fotografou uma criança africana sendo observada por um abutre? O resultado final dessa composição foi a morte de Kevin, que não conseguiu mais conviver com aquela imagem em sua mente e suicidou-se? Com esse exemplo, aonde quero chegar? O fotógrafo acima de tudo é humano, é um ser como qualquer outro, passível de sentimentos, acertos e erros. Às vezes o lado profissional fala mais alto do que o humano, às vezes somos tomados por uma onda de desespero para captar momentos, mesmo que esses momentos possam nos colocar contra qualquer princípio ético. Existem situações que vamos nos deparar na profissão que teremos que decidir em segundos o que fazer, registrar, salvar uma vida, salvar a nosso própria vida (no caso fotojornalistas que cobrem guerras) e tudo isso em uma fração de segundos. Realmente é um tema muito, mas muito delicado, e principalmente polêmico, que diverge muitas opiniões profissionais. A pergunta que faço aos amigos é: “ Uma foto pode matar? “. E a minha resposta é SIM ! Para justificar minha opinião, volto ao caso de Kevin, que foi massacrado por ter esperado 20 minutos para fazer a foto ao invés de ter ajudado a criança logo que viu o abutre se aproximar. Criou-se um dos maiores dilemas do fotojornalismo, no qual dizia-se que o fotógrafo numa situação como essa deveria ser uma testemunha ou um salvador? E para você, devemos ser menos profissionais e mais humanos? Seu suicídio foi motivo de diversas discussões e estudos sobre a ética na fotografia como você pode ver neste vídeo. Convido também à assistirem o documentário de Dan Krauss, “ The Death Of Kevin Carter: Casualty Of The Bang Bang Club” ( www.kevincarterfilm.com ). Também veja o vídeo da música feita pelo grupo Manic Street Preachers, em sua homenagem. O tema está em aberto e sempre estará. Para você, qual o seu veredicto final? Comente, opine, participe.
By admin
Continue Reading Uma foto pode matar?
Fevereiro 25th, 2010 at 05:38pm
Under Blogs+ Fotografia+ Geral+ Livros
Em 2009, quatro em cada cinco usuários de celular possuíam um modelo com câmera fotográfica integrada. Isso já não é mais novidade, é um item que acompanha praticamente todos os aparelhos que estão à venda atualmente. Foto: mattbeechan A maior vantagem que esse tipo de câmera oferece é a portabilidade: você a carrega tranqüilamente para qualquer lugar, sem nem mesmo chamar atenção. Apesar disso, muitas pessoas evitam utilizar o celular para fotografar, seja por não saber ao certo como lidar com os recursos limitados dessas câmeras ultracompactas ou por achar o resultado final insatisfatório. O fato é que às vezes não temos outra câmera disponível no momento em que precisamos… o que fazer, então? S erá que dá para conseguir fotos interessantes com uma câmera dessas, fotos que realmente agradem ao espectador? > TESTE OS LIMITES DO SEU CELULAR Já existem modelos de celular com câmeras quase tão boas quanto uma câmera automática tradicional, que oferecem várias opções de ajustes manuais. Entretanto, tais modelos geralmente não são muito ace$$íveis, e a maioria dos celulares possui câmeras que deixam bastante a desejar. É por isso que a maioria das pessoas acaba deixando de lado esse recurso, e só usam a câmera do celular quando é a última opção que lhes resta. Para conseguir fotos melhores, é imprescindível que você conheça seu equipamento – só assim saberá como agir e os ajustes que devem ser feitos em diferentes situações. E se você usa a câmera do celular muuuito de vez em quando, fica difícil conhecê-la bem. Proponha-se o seguinte desafio: utilizar apenas a câmera do celular durante um mês, com o compromisso de registrar ao menos uma foto por dia. Explore diferentes estilos e objetos, veja quais opções de ajuste você pode usar, fotografe em diferentes horários. Dois pontos devem ser observados com maior atenção: Profundidade: algumas câmeras possuem um ótimo alcance de profundidade, mas nem todas são assim. Para descobrir o alcance da sua, faça o seguinte teste: escolha um objeto para ficar em primeiro plano e observe o que acontece com o fundo. Se o fundo ficar desfocado, sua câmera possui um alcance bastante limitado (e você deverá ter isso em mente ao fotografar landscapes e outras cenas distantes); se estiver nítido, o alcance é bom. Medição de luz: observe se sua câmera possui a opção de medir a luminosidade de uma cena através de um ponto central; se a resposta for afirmativa, é um grande ponto a seu favor. Como falei nesse outro artigo , é possível controlar o tempo de exposição através dessa medição, e através desse recurso você poderá conseguir silhuetas ou uma cena mais nítida. > CORES OU PRETO E BRANCO? Essa é a primeira pergunta que você deve se fazer: qual será a vantagem de registrar a cena que estou vendo em preto e branco? Se o cenário oferece formas interessantes e poucas cores, talvez seja melhor investir no PeB; mas se você está fotografando um jardim florido, PeB pode não ser a melhor opção. PeB é uma ótima opção quando o fundo é confuso e você quer destacar um objeto ou sujeito específico. Fotógrafos urbanos costumam utilizar esse recurso para atrair a atenção imediatamente para o assunto principal da foto, já que as ruas das grandes cidades costumam ser movimentadas e multicoloridas. Foto: iimarre Você também pode optar por fotos coloridas ao amanhecer e entardecer, e por PeB durante os demais horários do dia (quando a luz é muito intensa). > ZOOM Aqui também é preciso ter cuidado, pois muitos celulares não possuem zoom ótico, apenas digital. O zoom digital nada mais é do que uma ampliação de determinada parte da cena que está sendo fotografada, ou seja: a imagem perderá qualidade. Caso seu celular possua tanto o zoom ótico quanto o digital, verifique se é possível desabilitar o zoom digital – então você poderá usar o recurso sem problemas e sem comprometer a qualidade da foto. Mas evite utilizar o zoom se o celular possui apenas a opção digital. (+) BÔNUS! Em 2005, o fotógrafo Robert Clark publicou um dos primeiros livros de fotos feitas exclusivamente com uma câmera de celular. Image America é um registro da viagem de Clark através da América do Norte, e você pode conferir várias fotos em seu site: www.robertclarkphoto.com A ponte de Williamsburg, em Nova York
By admin
Continue Reading Fotografe com o celular
Dezembro 26th, 2009 at 07:41pm
Under Agências de informação
… a metodologia ou o resultado final, mas apenas deve definir a informação base de que se parte e o objectivo a que se pretende chegar. Todo o resto faz parte do trabalho a efectuar pelo publicitário, pelo designer, pela agência , …
By admin
Continue Reading Como elaborar um briefing « Dreamfeel – Joao Ledo Fonseca
Novembro 19th, 2009 at 07:06pm
Under Blogs+ Fotografia
Se a sua câmera fotográfica possui um visor ótico, você já deve ter notado que o enquadramento que vemos através dele é um pouco diferente daquilo que aparece na tela de LCD. Enquanto a tela de LCD nos mostra a cena exatamente como será capturada e armazenada, o visor ótico apresenta essa pequena diferença de ângulo, que é conhecida como erro de paralaxe . Na imagem acima é possível ver como isso acontece. Essa diferença pode ser suficiente para estragar o resultado final de uma imagem – ainda mais se você estiver usando a regra dos terços para compor a cena. Organizei este tutorial para ajudar a driblar o erro. É sempre bom estar preparado para o caso de algum dia você precisar fazer uso do visor ótico: como já falei nesse outro post , ele é excelente em viagens longas (quando não temos bateria reserva) e em ambientes com muita luminosidade. > MAS O QUE É O ERRO DE PARALAXE? Ao conferirmos o resultado de uma sessão de fotos que foram enquadradas através do visor ótico de uma câmera amadora, é muito comum percebermos que algum elemento ficou de fora. Pode ser a cabeça de alguém, os pés, a árvore ao longe: você tinha certeza que a foto estava bem enquadrada, mas… o erro de paralaxe fez mais uma vítima! Nas câmeras compactas (ao contrário das D-SLR), o visor ótico é separado da objetiva. Isso causa uma ligeira diferença entre o ângulo que vemos através dele e o ângulo que será de fato fotografado. Ou seja: a lente da sua câmera não percebe a imagem pelo mesmo ângulo do visor ótico, porque ele fica mais à esquerda e um pouco acima da própria lente. > DRIBLANDO O ERRO 1ª etapa 1 – Procure um objeto com linhas retas verticais ou horizontais: uma casa com uma janela na frente, um poste onde você possa pendurar uma tira larga de papel ou papelão colorido ou até mesmo uma pessoa em frente a um muro pouco mais baixo do que ela . 2 – Fotografe o objeto mantendo-o exatamente no centro do visor. Se você tiver escolhido um poste, deixe a tira de papel no terço central do enquadramento. O ideal é que essa foto seja feita à luz do dia. 3 – Confira no computador (ou na tela de LCD) o resultado. Observe em qual lado ficou o objeto que você fotografou: direito, esquerdo, superior ou inferior. 2ª etapa Se o objeto fotografado ficou à esquerda , faça o seguinte: Cole um pequeno adesivo com o desenho de uma seta virada para a direita logo abaixo do visor ótico, na parte de trás da sua câmera; De agora em diante, sempre que você quiser fotografar utilizando o visor ótico, enquadre os elementos um pouco mais à direita. O adesivo só serve mesmo para que não esqueçamos, já que o visor ótico é muito menos utilizado que a tela de LCD. Atenção! 1 – Observe que o adesivo deve mostrar o lado contrário ao do erro de paralaxe da câmera. 2 – As câmeras amadoras podem apresentar o erro de paralaxe em lados diferentes. .
By admin
Continue Reading Driblando o erro de paralaxe das câmera automáticas
Novembro 19th, 2009 at 07:06pm
Under Blogs+ Fotografia
Se a sua câmera fotográfica possui um visor ótico, você já deve ter notado que o enquadramento que vemos através dele é um pouco diferente daquilo que aparece na tela de LCD. Enquanto a tela de LCD nos mostra a cena exatamente como será capturada e armazenada, o visor ótico apresenta essa pequena diferença de ângulo, que é conhecida como erro de paralaxe . Na imagem acima é possível ver como isso acontece. Essa diferença pode ser suficiente para estragar o resultado final de uma imagem – ainda mais se você estiver usando a regra dos terços para compor a cena. Organizei este tutorial para ajudar a driblar o erro. É sempre bom estar preparado para o caso de algum dia você precisar fazer uso do visor ótico: como já falei nesse outro post , ele é excelente em viagens longas (quando não temos bateria reserva) e em ambientes com muita luminosidade. > MAS O QUE É O ERRO DE PARALAXE? Ao conferirmos o resultado de uma sessão de fotos que foram enquadradas através do visor ótico de uma câmera amadora, é muito comum percebermos que algum elemento ficou de fora. Pode ser a cabeça de alguém, os pés, a árvore ao longe: você tinha certeza que a foto estava bem enquadrada, mas… o erro de paralaxe fez mais uma vítima! Nas câmeras compactas (ao contrário das D-SLR), o visor ótico é separado da objetiva. Isso causa uma ligeira diferença entre o ângulo que vemos através dele e o ângulo que será de fato fotografado. Ou seja: a lente da sua câmera não percebe a imagem pelo mesmo ângulo do visor ótico, porque ele fica mais à esquerda e um pouco acima da própria lente. > DRIBLANDO O ERRO 1ª etapa 1 – Procure um objeto com linhas retas verticais ou horizontais: uma casa com uma janela na frente, um poste onde você possa pendurar uma tira larga de papel ou papelão colorido ou até mesmo uma pessoa em frente a um muro pouco mais baixo do que ela . 2 – Fotografe o objeto mantendo-o exatamente no centro do visor. Se você tiver escolhido um poste, deixe a tira de papel no terço central do enquadramento. O ideal é que essa foto seja feita à luz do dia. 3 – Confira no computador (ou na tela de LCD) o resultado. Observe em qual lado ficou o objeto que você fotografou: direito, esquerdo, superior ou inferior. 2ª etapa Se o objeto fotografado ficou à esquerda , faça o seguinte: Cole um pequeno adesivo com o desenho de uma seta virada para a direita logo abaixo do visor ótico, na parte de trás da sua câmera; De agora em diante, sempre que você quiser fotografar utilizando o visor ótico, enquadre os elementos um pouco mais à direita. O adesivo só serve mesmo para que não esqueçamos, já que o visor ótico é muito menos utilizado que a tela de LCD. Atenção! 1 – Observe que o adesivo deve mostrar o lado contrário ao do erro de paralaxe da câmera. 2 – As câmeras amadoras podem apresentar o erro de paralaxe em lados diferentes. .
By admin
Continue Reading Driblando o erro de paralaxe das câmera automáticas
Novembro 9th, 2009 at 04:35pm
Under Astronomia+ Fotografia+ Noite
Astrofotografia – Sumário Este sumário apresenta um resumo dos 8 capítulos do “ Guia da Astrofotografia “, que escrevemos e aqui publicamos ao longo de algumas semanas, com ligações para todos esses capítulos de modo a aprofundar os teus conhecimentos e aprimorar a tua técnica. Quando tiveres resultados astrofotográficos, não te esqueças de os publicar nos álbuns (ver) ! Parte 1 Astrofotografia capítulo 1 O primeiro passo para te iniciares na astrofotografia é conheceres o material e a tecnologia existente, escolhendo o que mais se adequa às tuas preferências e também possibilidades económicas. Um pequeno telescópio pode-te mostrar todo o Sistema Solar até Urano , incluindo as luas de Júpiter ou os anéis de Saturno , mas como é lógico, melhores equipamentos proporcionam melhores resultados, tanto de observação como de fotografia. Ler capítulo Parte 2 Astrofotografia capítulo 2 Depois de escolhido o equipamento, chega a altura de fazer as montagens. A montagem mais óbvia para a astrofotografia, seria “colar” a câmera digital à ocular do telescópio, mas embora esta técnica seja válida (montagem afocal), existe outro método que, menos flexível, te porporciona estabilidade e desempenho superiores (método foco directo). As máquinas munidas de sensor CCD são indispensáveis para objectos mais ténues. Ler capítulo Parte 3 Astrofotografia capítulo 3 Diferentes conjunções de lentes permitem-te obter resultados distintos. Se o objectivo é fotografar a Lua no seu todo (o globo completo), terás de usar uma ampliação mais reduzida, agora se pretendes detalhes das crateras lunares, tens forçosamente de recorrer do poder máximo do telescópio. Outro factor importante, para fotografares objectos mais ténues, é optimizar a sensibilidade à luz. Caso contrário, será difícil apanhares as luas de Saturno por exemplo. Ler capítulo Parte 4 Astrofotografia capítulo 4 A qualidade do equipamento de que dispões é sempre crucial nos resultados que vais obter, mas as imagens “cruas” estão longe de serem o resultado final, podes tirar o melhor partido delas através de um computador. Para isso, necessitas conhecer as técnicas de tratamento de imagem que são específicas para a astrofotografia e que não se resumem ao “auto adjust” de um photoshop. Podes realçar os pormenores mais importantes, eliminar o “ruído” e até descobrires objectos que não estavam visíveis na imagem original. Ler capítulo Parte 5 Astrofotografia capítulo 5 Engana-se quem pensa que astronomia e astrofotografia só se pratica durante a noite, pois está a ignorar o belíssimo astro que é o nosso Sol . A observação da nossa estrela pode ser excelente, acompanhando o ciclo das manchas solares e obtendo imagens diferentes todos os dias, mas também pode ser altamente perigosa, se não estivermos correctamente informados. Nunca observes o Sol sem filtro solar adequado, pois corres o risco de ficar cego. Permanentemente. Ler capítulo Parte 6 Astrofotografia capítulo 6 A Lua, pelo seu diâmetro e distância à Terra, aparece-nos com o mesmo tamanho aparente do Sol , é um alvo muito fácil de observar e fotografar, mesmo que o teu telescópio seja pequeno. Um dado importante na observação da Lua, é a sua fase. Enquanto que à vista desarmada, a “lua cheia” é a mais espectacular, uma observação binocular ou telescópica atinge o seu auge nas fases de quarto crescente ou quarto minguante, pois todos os detalhes e pormenores são realçados num jogo de luz e sombra. Ler capítulo Parte 7 Astrofotografia capítulo 7 Com treino, poderás localizar de imediato alguns dos planetas do Sistema Solar , quando olhas para o céu. Onde outras pessoas verão uma estrela brilhante, saberás que aquela “estrela” é o planeta Júpiter por exemplo. Ou quando apontarem uma estrela avermelhada como Marte , podes saber se é realmente Marte ou uma gigante vermelha. Para te ajudar a localizar planetas e outros objectos celestes, os planetários como o Stellarium (Windows, Linux, Mac) são absolutamente fantásticos. Ler capítulo Parte 8 Astrofotografia capítulo 8 Agora que aprendeste todas as bases da astrofotografia, falta-te apenas a experiência. A experiência adquire-se praticando. Depois do Sol e da Lua, esta é a altura certa para te aventurares numa “viagem” pelo nosso Sistema Solar . Cada planeta tem as suas particularidades, uns são mais interessantes do que outros, mas todos eles te vão proporcionar a sensação única de seres tu a observar, ao vivo, em directo, localizados por ti, fotografados exactamente como os estás a ver e estão neste momento. Toda a gente devia poder usufruir desta sensação pelo menos uma vez na vida! Ler capítulo Galerias Galerias de Astrofotografia O bónus do astronomoamador.net para todos os leitores que nos acompanham e em particular para os que seguiram os nossos 8 capítulos do Guia da Astrofotografia . As galerias são públicas e de acesso livre, podendo qualquer pessoa criar uma conta e adicionar até 500 fotografias no seu álbum, sem custos. É o espaço ideal para partilhares os teus resultados astrofotográficos com a restante comunidade de astrónomos amadores espalhados pelo globo. Saber mais Esperamos que este Guia da Astrofotografia te tenha sido o mais útil possível e que possas agora praticar um hobbie saudável e enriquecedor de conhecimentos, como é o caso da Astronomia Amadora e da Astrofotografia. Qualquer dúvida que tenhas, deixa um comentário, responderemos mal nos seja possível. Céus limpos
By admin
Continue Reading Astrofotografia-sumário
Setembro 3rd, 2009 at 02:16pm
Under Blogs+ Fotografia
Hoje conto novamente com a colaboração de um autor convidado aqui no Ajuste o Foco : o Jean Carlo , do Canal Adobe Photoshop . > EFEITO DUOTONES Eu gosto muito de aplicar o efeito Duotone em fotografias, e neste tutorial vou mostrar como você pode aplicar este efeito para deixar suas fotografias com uma tonalidade belíssima e com aquela “pitada” de nostalgia. Esse efeito fica muito interessante em fotografias de carros, praias, estradas, etc. 1 – Abra a fotografia. Em seguida, iremos deixar a fotografia no modo Tons de Cinza ( Imagem / Modo / Tons de Cinza ). Clique em Descartar (Discard) para descartar as cores da fotografia. 2 – Vá em: Imagem / Modo / Duotones . Clique no menu Tipo e escolha Duotônico . Uma dica valiosa é usar cores mais claras para as luzes e mais escuras para as sombras. Usaremos um Azul Marinho em Tinta 1 e um Azul Claro em Tinta 2 . Note que ao lado da cor existe um quadrado com um traço diagonal. Ele funciona como a caixa Curvas, e você pode clarear ou escurecer partes da fotografia. Clique no quadrado para abrir a janela de configuração. 3 – Na janela Curva Duotônica , vá mexendo na linha de curva tonal. Quando estiver satisfeito, clique em OK . Repita o processo na outra cor. Resultado Final: Outro exemplo: > DICA Você pode usar as cores que quiser e as configurações de curvas duotônicas da maneira que achar melhor. Faça testes, experimente várias cores, e você conseguirá imagens lindas. Créditos da fotografia: Auburnxc > Para conhecer melhor o trabalho do Jean Carlo , visite o Canal Adobe Photoshop . .
By admin
Continue Reading Mais dicas para ajustar suas fotos no Photoshop CS3
Maio 31st, 2007 at 04:59pm
Under Ambiente e Ciências da Natureza
Seus pais tocavam trompete e piano numa banda de jaz z, e a pequena Sheryl cresceu num ambiente em que não se falava outra coisa. Aos seis anos já tocava piano, aprendendo violão um pouco mais tarde. Formou-se na University of Missouri, … As coisas começaram a mudar na vida de Sheryl em 1991, quando a gravadora A&M lhe ofereceu um contrato para um disco solo . O álbum foi feito, porém, nunca lançado. A cantora não gostou do resultado final e a gravadora deu uma segunda …
By admin
Continue Reading Lágrima Psicodélica: Sheryl Crow