Os jihadistas planejam usar um vírus?


Os jihadistas que o Canadá e seus aliados lutam no Iraque desenvolvem e “militarizam” patógenos como o coronavírus?

Esta é uma pergunta “ultra secreta” que ninguém em autoridade nos países ocidentais, e sem dúvida em outras partes do mundo, quer comentar oficialmente, por medo de aumentar as ansiedades atuais.

Já em 2015, enquanto o Daesh estava em marcha, em Ottawa, fui até recusado a confirmar o destacamento no Oriente Médio de uma obscura formação de forças especiais chamada Unidade de Intervenção Conjunta CBRN. É a unidade de reação imediata destinada a combater ameaças químicas, biológicas, radiológicas e nucleares. Invocando a segurança operacional, o porta-voz militar canadense apenas me disse que o exército canadense estava pronto para qualquer eventualidade. Embora Ottawa não quis comentar, as forças armadas dos EUA publicaram fotos do Exercise Eager Lion em 2014, que mostraram soldados canadenses treinando colegas da Jordânia na luta contra armas químicas e biológicas.

A presença no terreno de nossa unidade de combate às armas de destruição em massa é uma indicação de que a coalizão anti-Daesh já estava profundamente preocupada com o possível uso de tais armas pelos jihadistas. Desde a década de 1990, a Al Qaeda, sob Osama bin Laden, tornara a aquisição de armas de destruição em massa uma de suas prioridades. O ISIS já usou armas químicas no Iraque e na Síria. Seu concorrente Daesh também tem capacidade para realizar esse projeto assustador.

As armas biológicas são armas de sonho para os jihadistas, devido à sua capacidade de causar perturbações significativas e perda de receita para os governos-alvo. As armas biológicas são patógenos mortais – bactérias, microorganismos ou vírus – ou toxinas se espalham deliberadamente como armas de destruição em massa. Esses organismos podem ser transmitidos por inalação, contato, absorção: a multiplicidade de métodos para propagá-los em espaços públicos os torna …

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