Líder da UE para o clima, falta de combatentes



Diante do silêncio, relutância ou hostilidade de outros grandes emissores de CO2 em se envolver contra o aquecimento global, a União Européia aparece por padrão como a única esperança dos defensores do clima, mesmo que sua política seja ela mesma. considerado insuficiente.

Os europeus estiveram presentes em Madri na segunda-feira para a abertura da 25ª Conferência das Nações Unidas sobre o Clima (COP25), onde se multiplicam os pedidos de ação rápida e forte.

“Seremos os campeões da transição verde”, garantiu o novo presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, diante de quarenta chefes de estado e de governo.

O “Pacto Verde” que a Comissão deve apresentar ao Parlamento Europeu em 11 de dezembro “será um tratado de paz com a natureza”, acrescentou.

“Nosso objetivo é ser o primeiro continente neutro em termos de clima até 2050. Para alcançar esse objetivo, precisamos agir agora, devemos implementar nossas políticas agora”, disse o Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen no dia seguinte ao da posse.

A União Européia, o terceiro maior emissor mundial de gases de efeito estufa (GEE), atrás da China e dos Estados Unidos, com 8,5% do total de emissões nos últimos 10 anos, era aguardada com ansiedade pelos participantes desta COP, onde Os principais poluidores não enviaram seus mais altos representantes.

Nenhum Xi Jinping (China) ou Narendra Modi (Índia), não Justin Trudeau (Canadá) ou Shinzo Abe (Japão). Ninguém esperava o presidente brasileiro cético em termos climáticos, Jair Bolsonaro, muito menos Donald Trump, que acabou de formalizar a retirada dos Estados Unidos do acordo de Paris no próximo ano.

Além dos deslocamentos simbólicos, “não esperamos anúncios significativos de nenhum dos principais países, nem da China, nem da Índia, e certamente não dos Estados Unidos ou do Brasil”, comentou. Alden Meyer, Observador da União de Cientistas Interessados.

Alguns observadores chegaram a ver declarações recentes de Pequim e Tóquio como sinais de que os dois países não revisariam suas ambições para cima em 2020.

Portanto, é a Europa que desperta todas as expectativas.

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