Governo

Força Aérea do Chile declara intenção de adquirir seis KC-390

Agosto 24th, 2010 at 09:23pm Under Aeronáutica e Aeroespacial+ Emprego+ Governo

São José dos Campos, 24 de agosto de 2010 – A Embraer participou de cerimônia ocorrida hoje, em Santiago, no Chile, quando os Ministros da Defesa do Brasil e do Chile assinaram Declaração de Intenções para a participação do Chile no programa do jato de transporte militar KC-390. Com base neste acordo, a Empresa Nacional de Aeronáutica (Enaer), do Chile, engajase nas discussões sobre a participação no desenvolvimento do avião e no fornecimento de parte da estrutura. A declaração também marca o início das negociações visando à futura aquisição de seis aeronaves KC-390 para equipar a Força Aérea do Chile (FACH). “Tivemos recentemente uma mostra inequívoca de apoio do governo brasileiro ao KC-390, com a declaração de intenção de aquisição inicial de 28 unidades por parte da Força Aérea Brasileira (FAB). É com grande satisfação que vemos o Chile juntar-se nesta direção”, disse Orlando José Ferreira Neto, Vice-Presidente Executivo da Embraer para o Mercado de Defesa. “Temos um ótimo relacionamento com a Enaer e esperamos expandi-lo ainda mais por meio desta parceria, que não somente demonstra o apreço do governo chileno pelo KC-390, que consideramos um produto vencedor, mas também o interesse mútuo em integrar as bases industriais de defesa dos dois países.” A bem-sucedida parceria industrial entre Brasil e Chile remonta à década de 1990, quando a Enaer começou a destacar-se como fornecedora de estruturas para o jato regional ERJ 145, com 50 assentos, fabricado pela Embraer. Em 2008, a FACH encomendou 12 aviões Super Tucano da Embraer para missões de treinamento tático de pilotos, todos já entregues e em operação. “Vemos com muita satisfação e orgulho que a qualidade do trabalho realizado por nossos profissionais seja reconhecida, permitindo-nos assim participar deste novo e relevante programa de produção de uma aeronave como o KC-390”, afirmou o Diretor-Executivo da ENAER, General Pedro Bascuñan. “A participação no projeto não beneficia apenas a Embraer e a ENAER, mas a ambos países, ao gerar fontes de emprego e impulsionar o desenvolvimento industrial. A possibilidade de trabalhar conjuntamente no programa KC-390 se apresenta como uma interessante alternativa para fomentar a fabricação de estruturas aeronáuticas em nossas instalações. Agradecemos o interesse mostrado pela Embraer de trabalhar conosco cada vez que inicia o desenvolvimento de novas aeronaves, sejam civis, comerciais ou militares.” No último mês de julho, no Show Aéreo Internacional Farnborough, na Inglaterra, a Embraer e a FAB divulgaram uma intenção de compra inicial, pelo governo brasileiro, de 28 jatos KC-390 para renovação da frota. O acordo anunciado hoje marca uma nova etapa no relacionamento entre os dois países e entre a Embraer e Enaer. FONTE / IMAGEM: Embraer VEJA TAMBÉM: Nelson Jobim anuncia acordo com Chile para produção de KC-390 FAB e Embraer anunciam previsão inicial de aquisição do KC-390 Em Farnborough, Embraer mostra confiança no sucesso do KC-390 Sem posts relacionados.

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PSD anda distraído – Jornal Diário

Agosto 24th, 2010 at 03:30pm Under Agricultura e Pescas+ Governo

Segundo a Secretaria Regional da Agricultura e Pescas “o PSD-Açores só agora se mostra preocupado com um tema que, há muito, merece o necessário acompanhamento do Governo dos Açores sendo que, foi já conseguido que a Região disponha de …

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Nelson Jobim anuncia acordo com Chile para produção de KC-390

Agosto 24th, 2010 at 01:22pm Under Aeronáutica e Aeroespacial+ Dança+ Governo+ Indústria+ Personalidades+ Política

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, destacou hoje a necessidade de ter uma indústria de defesa sul-americana, ao mesmo tempo em que anunciou um acordo com o Chile para a construção do avião cargueiro KC-390, projeto da Embraer e da Força Aérea Brasileira (FAB). Em visita ao Chile, Jobim foi recebido pelo presidente desse país, Sebastián Piñera, no Palácio de La Moneda (sede do governo), e por seu par chileno, Jaime Ravinet, além do chanceler Alfredo Moreno. Após o encontro, o ministro brasileiro informou que um dos temas da conversa foi a possibilidade de haver um grande entendimento entre os países do continente. Em declarações à ANSA, Jobim explicou que o Brasil vive agora um novo momento com a região, para a qual “ficou de costas” por muito tempo, ressaltando ainda que atualmente foi iniciado “um entendimento” e, por isso, o subcontinente precisa ter uma posição “muito clara” nos encontros internacionais. Sobre o tema da Defesa, ele destacou que há mudanças importantes nos ministérios chileno e brasileiro, na formação orçamentária e na gestão da indústria básica da área. Por sua parte, Ravinet falou da importância da visita de Jobim, que, segundo ele, permite um incentivo ainda maior à colaboração e ao trabalho em uma indústria comum. Com o programa KC-390, a Embraer e a FAB pretendem produzir um novo avião para o transporte militar ao custo de US$ 1,3 bilhão. Além do Chile, o Brasil estuda firmar parcerias estratégicas com a Colômbia e a Argentina, entre outros países. O voo do primeiro protótipo está previsto para acontecer em 2014. FONTE: Ansalatina, via Notimp IMAGEM: Embraer NOTA DO BLOG: confira a agenda da visita do  Ministro Nelson Jobim no Chile, conforme informações do Ministério da Defesa : Segunda-feira, 23 de agosto de 2010 11h00 – Reunião Bilateral. 12h00 – Visita de cortesia ao Sr. Sebastián Piñera, Presidente do Chile. 13h30 – Almoço com autoridades do Governo, Parlamentares e personalidades. (Local: Força Aérea do Chile) 15h30 – Visita ao Ministro RR.EE., Sr. Alfredo Moreno. 16h30 – Visita a ENAER. (Empresa Nacional de Aeronáutica). terça-feira, 24 de agosto de 2010 10h00 – Visita a CECOPAC, Centro de Treinamento Conjunto para Operações de Paz no Chile 16h00 – Decola para Brasília (21h20) VEJA TAMBÉM: Embraer começa a definir parceiros para novo cargueiro KC-390: FAB negocia com outros países parceria estratégica OGMA fabricará três componentes principais para o KC-390 POSTS RELACIONADOS: OGMA fabricará três componentes principais para o KC-390 Embraer receberá em setembro primeira parcela da FAB para projeto KC-390 Interesse de Portugal pelo KC-390 Embraer vai à FIDAE 2010 em Santiago, no Chile Participação de Portugal no programa KC-390 pode ser oficializada durante a Farnborough 2010 Aeronáutica apresenta ‘mock-up’ do compartimento de carga do KC-390 Mais um concorrente para o KC-390? Participação de Portugal no programa KC-390 foi tema de encontro com primeiro-ministro KC-390: investimento tcheco Franceses terão que “engolir” KC-390

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IBM e Universidade Carnegie Mellon criam Laboratório de Infra …

Agosto 20th, 2010 at 03:37pm Under Agências de informação+ Ciência+ Física+ Governo+ Indústria+ Sociedade

No laboratório, os investigadores coleccionarão a analisarão quantidades massivas de informação sobre a condição física e eficiência energética dos edifícios, condutas de água e outras infra-estruturas das quais dependem governos, negócios e sociedades. … Agências governamentais a nível municipal, cidade, estado ou federal, a par de negócios de diversos sectores da indústria serão convidados a estabelecerem parcerias com o laboratório. …

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Portugal: Governo mantém cortes na Cultura e Ensino Superior | fírgoa

Agosto 20th, 2010 at 11:08am Under Ensino Superior+ Governo

Portugal: Governo mantém cortes na Cultura e Ensino Superior Apesar da excepção prometida por José Sócrates, nenhum ministério está autorizado a desrespeitar a lei – vão ter de cumprir a ordem de cativação de 20% das verbas …

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A desmoralização do Enem | Reinaldo Azevedo – Blog – VEJA.com

Agosto 7th, 2010 at 08:43am Under Ensino Superior+ Governo

Esse governo teve oito anos para tentar melhorar a qualidade do ensino fundamental e médio e fracassou. O MEC também perdeu tempo com a demagogia da democratização do ensino superior e expandiu as universidade federais com base em …

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Governo apoia professores de português na diáspora – Jornal Diário

Agosto 4th, 2010 at 02:30pm Under Educação+ Governo+ Professores

O Governo Regional, através da Secretaria Regional da Ediucação e Formação, reconheceu a importância da Associação de Professores de Português nos Estados Unidos e Canadá. No entender da secretária regional da Educação e Formação, …

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REPORTAGEM: Proteção ambiental privada deixa modestos benefícios …

Agosto 2nd, 2010 at 10:00pm Under Ambiente e Ciências da Natureza+ Ciência+ Governo

O governo do México quer promover áreas privadas dedicadas ao uso sustentável da natureza , uma ferramenta criada em 1997 neste país megadiverso, mas que ainda tem muitas deficiências, segundo especialistas. … Essas terras , 25 hectares, formam hoje a unidade de manejo ambiental (UMA) Temaxcal, criada em 2002 no povoado de Amecameca, 58 quilômetros a sudeste da capital mexicana. Aqui habitam cerca de 70 espécies animais e aproximadamente 200 de vegetais. …

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PICICA – blog do Rogelio Casado: "Pacote da autonomia universitaria"

Julho 31st, 2010 at 06:54am Under Ensino Superior+ Governo

O chamado “pacote da autonomia universitária”, implementado esta semana pelo governo federal, afasta ainda mais as Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes) da verdadeira autonomia universitária, estabelecida no artigo 207 da …

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[Dicas] Editora distribui e-books grátis de seus livros esgotados

Julho 27th, 2010 at 01:28pm Under Bibliotecas e Literatura+ Ciência+ Crianças+ Educação+ Governo+ Livros+ Política+ Sociedade

A reforma da lei de direitos autorais tem como objetivo melhorar algumas deficiências de nossa legislação. Uma das mais graves é o que acontece nos casos em que uma obra se esgota, e por algum motivo a editora já não tem mais interesse de reeditá-la. Nesses casos, ficamos reféns da disponibilidade em sebos e bibliotecas, e não é raro que um livro importante simplesmente desapareça sem que se possa fazer nada a respeito. Uma solução para esse problema são os livros digitais. Eles já estão entre nós há um bom tempo, mas só recentemente as empresas despertaram para as possibilidades desse negócio. Pouca gente ainda duvida que dá para ganhar dinheiro lançando versões digitais de livros esgotados. Por isso foi com agradável surpresa que encontramos no site da Editora Moderna uma boa quantidade de livros esgotados de seu acervo sendo distribuídos gratuitamente. São obras de interesse acadêmico, que ainda podem ajudar muita gente, mas que estavam inacessíveis até agora. Vamos torcer para que o acervo disponível aumente, e que a iniciativa seja imitada por outras empresas. Em um setor que recebe tantos incentivos fiscais, e que tem no governo um de seus principais clientes, é bom ver atitudes que devolvam um pouco mais à sociedade. Visite o site da editora e confira Obras já disponíveis: Cartografias dos estudos culturais – Uma versão latino-americana – Ana Carolina D. Escosteguy Corpo, identidade e bom-mocismo – Cotidiano de uma adolescência bem-comportada – Alex Branco Fraga Os Deuses e os monstros – Euclídes Guimarães (Orgs.) Currículo e políticas públicas – Luiz Alberto Oliveira Gonçalves O Livro e ausência de livro em Tutaméia, de Guimarães Rosa -  Daisy Turrer Nunca fomos humanos – Nos rastros do sujeito -  Tomaz Tadeu (Org.) Palavra inquieta, A – Homenagem a Octávio Paz – Maria Esther Maciel (Orgs.) Pedagogia dos monstros – Os prazeres e os perigos da confusão de fronteiras – José Gil , Ian Hunter , Jeffrey Jerome Cohen Psicanálise e psiquiatria com crianças – Desenvolvimento ou estrutura – Oscar Cirino Psicossociologia – Análise social e intervenção – Marília Novais da Mata Machado , Eliana de Moura Castro , José Newton Garcia Araújo , Sonia Roedel Raízes da modernidade em Minas Gerais – João Antonio de Paula Os Sete pecados capitais – Euclídes Guimarães (Orgs.) Teoria cultural e educação – Um vocabulário crítico -  Tomaz Tadeu

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Segurança Cibernética é o quadro de regulamentação governamental …

Julho 24th, 2010 at 10:01am Under Agências de informação+ Governo

A legislação permitiria que o governo de tocar em qualquer aspecto digital de informação de cada cidadão, sem mandado judicial. Banking, business and medical records would be wide open to inspection, as well as personal instant message and e mail communications. …. A NSA, escreve Siobhan Gorman para o Wall Street Journal “, e outras agências de inteligência foram encontrados para ser espião usando suas ferramentas para acompanhar os americanos para fins políticos.” …

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A diferença entre escolha política e escolha técnica

Julho 23rd, 2010 at 11:34pm Under Aeronáutica e Aeroespacial+ Governo+ História+ Política

Em 1967, assumiu o Ministério da Aeronáutica o Ministro Márcio de Souza e Mello. Logo depois, foi criada a CEPAI (Comissão Especial para o Projeto Aeronave de Interceptação). Essa comissão trataria dos estudos relativos à escolha de uma aeronave pura de interceptação, nova (sem ser usada) e supersônica. A CEPAI estruturou seus trabalhos em projetos: Projeto USA, Projeto França, Projeto Inglaterra, Projeto Itália e Projeto Suécia, cada uma com uma equipe diferente de pilotos. A ideia era avaliar, respectivamente, as aeronaves F-5A/B, Mirage III, Lightning Mk.55, F-104 e Saab Draken . Para tanto, consultas formais, a nível de Governo, foram iniciadas com vistas a enviar equipes de avaliação a esses países. Surpreendentemente, o governo americano colocou-se contrário à avaliação de aeronaves supersônicas por parte do Brasil já que, sem sua concepção, aeronaves dessa performance estariam vetadas aos países latino-americanos, por desequilibrar “o balanço do poder ao Sul do Rio Grande” . Isto posto, a avaliação do F-5A/B foi eliminada. Durante a avaliação das demais aeronaves, o governo americano insiste que o Brasil envie uma equipe para voar o F-5A/B, embora permanecessem as restrições de exportação. A contragosto do Ministro Márcio (pressão política?), a CEPAI montou uma nova equipe para a missão USA. A análise posterior dos relatórios, foi feita pelo GABAer/EMAer e resultou na escolha do Mirage III, em detrimento de outras aeronaves. Aquisição do Mirage III Para apresentar a solução ao Presidente, a CEPAI elaborou um substancioso relatório que seria encaminhado ao Presidente Costa e Silva para a necessária aprovação, o que foi feito. Há um fato curioso (presenciado pelo Chefe da CEPAI), no que tange à análise presidencial do relatório. O Ministro Márcio, em despacho pessoal, apresentou o Relatório da CEPAI indicando o Mirage III e seu arrazoado. O Presidente Costa e Silva ouviu atentamente o Ministro Márcio e, ao final dos esclarecimentos, teria declarado: – “Ministro Márcio, estou com um problema político com o governo inglês e seus bancos no que se refere ao financiamento para as obras da Ponte Rio-Niterói. Muito me ajudaria se a solução da FAB fosse o Lightning”. O Ministro Márcio retirou-se e convocou o Chefe da CEPAI e instruiu: – “Onde estiver escrito Mirage nesse relatório, APAGA e põe Lightning”. O que, a contragosto, foi cumprido. E o relatório BRAINGLA (Brasil-Inglaterra) recebeu o aprovo por escrito do Presidente Costa e Silva, que dias depois adoeceu, vindo a falecer. Passaram-se alguns meses. Quando já empossado o Presidente Médici, o Ministro Márcio retorna ao assunto fazendo o retrospecto histórico do processo. Após tudo ouvir, o Presidente Médici acrescentou: – “Ministro Márcio, não temos mais o problema financeiro citado pelo meu antecessor. Se a escolha técnica da FAB foi o Mirage francês, que o seja”. FONTE: Estória Informal da Aviação de Caça – Crônicas e Causos… – Associação Brasileira de Pilotos de Caça – 2003 SAIBA MAIS: A Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira – Parte 1 A Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira – Parte 2 A Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira – Parte 3 A Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira – Parte 4 POSTS RELACIONADOS: A Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira – Parte 2 A Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira – Parte 4 Berço da aviação de caça promove encontro de gerações no RJ Como estão os Mirage III da FAB? A Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira – Parte 3 Veteranos do 1° GAvCa recebem justa homenagem Combate dissimilar – Mirage III X F-5E A Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira – Parte 1 Combate aéreo dissimilar: Mirage IIIE versus F-5E ‘Arraiá’ da Base Aérea de Anápolis

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F-X2: lista de razões que atrapalham a escolha

Julho 23rd, 2010 at 02:39pm Under Ambiente e Ciências da Natureza+ Governo+ Indústria+ Política

O Estadão de ontem informou que o governo francês seria avisado, em breve, de que o caça Rafale seria escolhido. Em Brasília, a notícia foi entendida com reservas já que muitas questões estão em aberto. A própria escolha em um momento eleitoral é vista com cautela já que irá desagradar. Em especial, se o caça francês for escolhido. Tempos atrás, o favoritismo era inconteste. Hoje nem tanto. A lista de razões que atrapalham a escolha cresce a cada dia. Vamos a ela: Questão do Irã. O governo brasileiro se sentiu traído em sua boa-fé com a atitude da França em não apoiar as negociações do Brasil e Turquia com o Irã. O presidente Lula ficou especialmente ofendido e considerou uma deslealdade com um parceiro que se anunciava estratégico. O Preço do Rafale. Continua elevadíssimo. Tanto na compra quanto na hora voada. É mais do que o triplo do custo voado do Gripen. Rafale tem componente americanos. Surpresa total. Apos alardear ter componente 100% franceses, descobre-se que o Rafale também tem componentes americanos; Posição de Mangabeira Unger. Ferrenho defensor da opção francesa, Unger reviu seu posicionamento e já não acredita que o Rafale seja a melhor opção. O presidente Lula teria sido comunicado do fato. O apoio dos metalúrgicos. Com a promessa de fabricar partes de peças em São Bernardo e montagem final em Gavião Peixoto, o Gripen ganhou o apoio de Luiz Marinho, prefeito de São Bernardo, e dos metalúrgicos de São Paulo. Apoio da FIESP. O apoio dos metalúrgicos reforçou o apoio já existente da FIESP e da indústria aeroespacial brasileira que não considera o Rafale a melhor opção tecnológica A FAB foi obrigada a “engolir” um “relatório” feito no Ministério da Defesa justificando o Rafale. Os militares se sentirem desprestigiados e aumentaram, ainda mais, a resistência. A condução do processo. Vários setores do governo se mostram surpresos com a complicada condução do processo o que faz levantar suspeitas se as regras estabelecidas pela FAB tenham sido adequadamente seguidas. Com tudo isso, o cenário continua nebuloso e, possivelmente, a compra só vai ser definida no segundo semestre após as eleições. Por outro lado, mesmo que o resultado seja anunciado logo, o contrato só deverá ser assinado pelo futuro presidente. FONTE: Brasiliaemtemporeal POSTS RELACIONADOS: Boeing e Saab iniciam ofensiva contra escolha de caça francês Aliados e oposição acreditam que Lula deve deixar escolha ao sucessor Razões para o Rafale ficar em terceiro lugar, segundo Ilimar Franco F-X2: Amorim nega que presidente tenha errado sobre escolha do Rafale Jobim descarta preço para escolha de caça Jobim diz que escolha de caças está atrasada e sairá apenas em 2010 Suécia pede transparência do governo brasileiro no processo de escolha de caças Razões para comprar o Rafale, por Merialdo Escolha de avião não pode ser apenas pelo aspecto militar, diz Jobim Gripen ganha apoio heavy metal

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Neoliberalismo, social-democracia e welfare state

Julho 22nd, 2010 at 03:05am Under Ensino Superior+ Governo

Não sou especialista no assunto, mas a divisão do ensino- primário com as prefeituras; secundário com governos estaduais; ensino superior com o governo federal, só faz agravar as desigualdades. E ninguém discute o assunto. …

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Reino Unido e França lançarão ‘ambicioso estudo de cooperação’

Julho 17th, 2010 at 02:35am Under Aeronáutica e Aeroespacial+ Governo+ Indústria

PARIS – Grã-Bretanha e França concordaram com um esforço conjunto para analisar quais capacidades de defesa os dois países podem compartilhar e quais os dois poderiam depender um do outro, numa tentativa de impulsionar a cooperação na Europa, disse o ministro da Defesa francês Hervé Morin aos membros do parlamento do Reino Unido. “Decidimos, em conjunto com meu homólogo inglês, lançar uma operação muito ambiciosa”, disse Morin ao Comitê Parlamentar de Defesa aos 7 de julho, segundo a ata oficial da reunião. “O novo governo britânico quer que analisemos de forma muito detalhada quais são as competências e os meios que cada um dos dois países devem reter completa soberania, quais podem ser agrupados, e quais pode haver interdependência”, disse ele. O trabalho do lado francês deve ser concluído até o final de julho, disse Morin. “Vamos comparar nossas notas em novembro”, disse. “Os britânicos estão prontos para encarar a cooperação, mesmo em assuntos altamente confidenciais”. “Uma das soluções que podemos imaginar em lidar com a redução de capacidades é considerar um reforço da cooperação operacional com alguns dos nossos parceiros europeus, nomeadamente o Reino Unido, que é confrontado com o mesmo dilema que nós”, disse. O governo britânico está comprometido a publicar a sua defesa estratégica e análise de segurança em 20 de outubro, enquanto que um documento separado de estratégia de defesa industrial está previsto para o próximo ano. Morin disse que uma das áreas de cooperação é reabastecimento aéreo. “Para os reabastecedores aéreos MRTT (Multi-Role Tanker Transport) tentaremos elaborar um plano comum com os britânicos”, disse. A França está postergando inúmeros programas, incluindo um pedido de 14 aeronaves MRTT, em um esforço para cortar €3,5 bilhões (US$ 4,5 bilhões) do orçamento de defesa ao longo dos próximos três anos. Um pedido para uma frota de reabastecedores novos valeria cerca de €4,2 bilhões, baseado em um valor estimado de 300 milhões de euros por Airbus A330 na versão militarizada MRTT. Entre os programas que deverão ser atrasados está o sistema de satélite Ceres de inteligência electrónica, disse. Como parte do orçamento, o governo assumiu que haverá vendas de exportação do Rafale, o que permitiria uma pausa de dois anos de encomendas no mercado interno do caça-bombardeiro, disse Morin. “Espero que esta meta seja alcançada, pois será extremamente difícil encontrar medidas que atenuem a situação”, disse. Ele disse que o principal risco é a ausência das vendas externas do Rafale. A Dassault Aviation deve entregar 11 aeronaves Rafale por ano para manter sua linha de produção trabalhando em um ritmo econômico viável, e se o governo francês tivesse que encomendar unidades para compensar uma lacuna nas exportações, um adicional de €1 bilhão seria necessário. Esse potencial incremento de financiamento foi a razão pela qual o governo decidiu adiar a atualização de cerca de 70 Mirage 2000D, caças-bombardeiros de uma variante de defesa aérea, disse. A falta de uma ameaça imediata ao espaço aéreo francês e a disponibilidade de Mirages significa que um atraso nas encomendas do Rafale representaria pouco perigo para a segurança nacional, mas colocaria problemas para a indústria, disse ele. O trabalho nos Mirage custaria cerca de €700 milhões, segundo a Força Aérea Francesa. Na potencial decisão de adquirir os UAV Reaper dos Estados Unidos, o Serviço de Aquisições da “Délégation Générale pour l’Armement” (AGD), projetou um custo de €1,5 bilhões na oferta francesa líder para um drone comparável, enquanto que o produto americano custaria cerca de 700 milhões de euros, disse Morin. Há uma contradição entre uma empresa francesa que pede ao governo ajuda na exportação dos seus produtos, e ao mesmo tempo, pede ao Estado para comprar algo que custará €800 milhões a mais do que seu concorrente, ele disse. Quanto aos mísseis, a França ofereceu-se para vender o míssil de longo alcance Meteor para os Emirados Árabes Unidos, disse Morin. Paris e Abu Dhabi estão em conversações detalhadas sobre o co-desenvolvimento de uma versão avançada do Rafale, incluindo um motor M88 com 9 ton de empuxo e melhor radar de varredura eletrônica e suíte de guerra eletrônica” Outros programas a serem adiados, por conta dos cortes de custeio são a implementação do nível quatro do SCCOA sistema aéreo de comando e controle, no valor de cerca de €500 milhões em novos radares, e alguns elementos do programa Scorpion de modernização do armamento de terra, segundo Morin. FONTE : Defensenews / TRADUÇÃO : Vader POSTS RELACIONADOS: França está ‘otimista’ sobre venda de Rafale ao Brasil Rafale na França: 60 para a Marinha e a Força Aérea Compra de caças Rafale ampliará cooperação tecnológica com a Embraer Rafale: destaques da cooperação e transferência tecnológica ao Brasil França oferece montagem do Rafale aos Emirados Queda dos Rafales: França informa ao Brasil as possíveis causas França tenta apressar venda dos caças Rafale ao Brasil França e Kuwait próximos a concluir acordo sobre o Rafale O Rafale, a França e a transferência de tecnologia França encontra corpo de piloto desaparecido

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Lançamento PDL – SuperInteressante, Julho de 2010. Exclusivo!

Julho 15th, 2010 at 11:19pm Under Bibliotecas e Literatura+ Ciência+ Governo+ Livros+ Televisão

Uma exclusividade PDL, lançamentos com qualidade! CAPA O que a ciência tem a dizer sobre pessoas bem-sucedidas e o que você pode fazer para chegar lá. VIDA ARTIFICIAL O que a primeira célula sintética significa para o futuro da humanidade A ELEIÇÃO NA INTERNET Os candidatos estão organizando suas campanhas online. Veja como a internet vai ajudar a decidir a corrida presidencial VOCÊ É DALTÔNICO Ilusões de ótica que embaralham cores A CIÊNCIA DO JÚRI Como advogados estão usando a tecnologia para influenciar jurados NAÇÃO RIVOTRIL Por que o Brasil virou o maior consumidor desse calmante no mundo ORÁCULO Pica-pau come madeira? COMO FUNCIONA O jogo do bicho. E SE… O mundo estivesse sob um só governo? TECH A televisão do Google. TENDÊNCIAS Moda high tech. MANUAL Como ser mais eficiente no trabalho. Conteúdo original e exclusivo. Ao compartilhar, retribua o digitalizador com um link para este post! Revista SuperInteressante – Julho de 2010 Tamanho: 44,24mb | Formato: PDF | Digitalização: Newton PDL / EbooksGratis MEGAUPLOAD

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Resumos da Lista da Sandra Mara: LSM: Resumo 17542

Julho 10th, 2010 at 10:57am Under Ciência+ Ensino Profissional+ Governo+ Informática

Carlos Roberto – Profissional de informática há 13 anos e graduando em Ciências Econômicas (Economia), foi instrutor da SOS Computadores, coordenador e instrutor do Instituto Paulista de Ensino (IPEC) – Projeto do Governo Federal …

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Fotógrafos brasileiros mais consagrados (Parte 2 de 4)

Julho 9th, 2010 at 06:33pm Under Cinema+ Ciência+ Conteúdos+ Filosofia+ Fotografia+ Geral+ Governo+ História+ Informática+ Jornais+ Livros+ Noite+ Revistas+ Serviços

Na semana passada foi publicado aqui no Fotografia DG a primeira parte do artigo “ Fotógrafos brasileiros mais consagrados “. Hoje estamos de volta e vamos dar continuidade a esta matéria divulgando mais 10 grandes fotógrafos brasileiros . Se por ventura não quiser perder pitada dos próximos artigos, siga-nos no Twitter ou assine os nossos conteúdos por email . 1 – Clicio Barroso Filho Nascimento: São Paulo – SP , 1950 Área de atuação: Produtos, Beleza e Moda Biografia: Clicio Barroso começou a trabalhar em 1974 de câmera de cinema na Sonima, com George Füster e Rudolf Iksey, ao mesmo tempo em que cursava a escola de fotografia profissional Camera Photoagentur/Nikon School. Em 1975, foi contratado pela Editora Abril para ser assistente de fotógrafo, onde permaneceu um ano antes de embarcar para Nova York e estagiar em diversos estúdios de moda e publicidade. De volta ao Brasil foi contratado pela MPM Propaganda, fotografando para esta renomada agência até 1980 quando decidiu abrir seu próprio estúdio. Durante dois anos trabalhou para várias agências de publicidade até se mudar para Madri, na Espanha. Após sete anos trabalhando na Espanha, Grécia, Itália e Portugal para inúmeras publicações de moda e agências de propaganda voltaram ao país e abriu um novo estúdio, desta vez em São Paulo, onde trabalha até hoje. Atualmente, além de fotografar para revistas e agências, realiza trabalhos de computação gráfica e web design. 2 – Cristiano Mascaro Data Nascimento: Catanduva, SP, 1944 Área de Atuação: Foto Retrato, Arquitetura e Urbanismo Biografia : Formado em arquitetura, obteve o título de Mestre (1986) e Doutor (1994) pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, onde dirigiu o Laboratório de Recursos Audiovisuais entre 1974 e 1988. Trabalhou como repórter fotográfico na revista Veja de 1968 a 1972. Foi professor de fotojornalismo da Enfoco Escola de Fotografia (1972 a 1975) e de comunicação visual na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de Santos (1976 a 1986). Recebeu o prêmio Eugène Atget, Musée de l’Art Moderne de la Ville de Paris (1985), a Bolsa Vitae de Artes/Fotografia (1989) e o prêmio de melhor exposição de fotografia da Associação Paulista de Críticos de Arte (1996). Desenvolve trabalho de expressão pessoal, fotografando as cidades e sua arquitetura. 3 – Dimitri Lee Nascimento: São Paulo, SP, 1961 Área de atuação: Publicidade e Moda Biografia : Autodidata, começou a carreira trabalhando como assistente nos estúdios da Editora Abril em 1978, onde atuou até 1980. Em 1981 montou estúdio próprio e começou a trabalhar com publicidade, atendendo as principais agências do Brasil. Em 2000 começou a utilizar o formato panorâmico em projetos de expressão pessoal.  Em 1995, criou o primeiro provedor de Internet exclusivamente baseado em Macintosh no Brasil em parceria com a Apple. Embora tenha muita experiência em informática, tem resistência no seu uso em fotografia, preferindo usar filme de grande formato. 4 – Egberto Nogueira Nascimento: Santos, SP, 1966 Área de atuação: Fotojornalismo Biografia: Cursou Sociologia durante três anos na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Iniciou sua carreira de fotojornalista na Agência Angular. Trabalhou para as agências Reuters, France Press e para revistas e jornais como Time, The Face, L´Express, Boston Globe e The Independent . Em 1991 foi contratado pela revista Veja , onde desenvolveu trabalho de cunho social. Recebeu prêmio do Conselho Médico Federal com ensaio sobre o sistema médico no Brasil (1993) e o Prêmio Abril de Jornalismo (1995) com ensaio sobre a campanha presidencial de Fernando Henrique Cardoso. Desde 1999 atua como fotógrafo profissional independente e criou, em 2001, a Imã Foto Galeria em parceria com Kiko Ferrite. 5 – Enio Leite Nascimento: São Paulo, Sp, 1953 Área de atuação: Fotografia educacional, fotografia autoral, fotojormanimo, moda e publicidade. Biografia: Enio Leite foi fotografo de imprensa desde 1967, prestando serviços para os Diários Associados e professor do Sesc e do Curso de Artes Fotográficas Senac Dr. Vila Nova, São Paulo. Fotografo do Jornal da Tarde em 1972 -1973. Em 1975, funda a Focus – Escola de Fotografia. Professor de fotografia publicitária da Escola Superior de Propaganda e Marketing, (ESPM), 1982/84. Mestre em Ciências da Comunicação em 1990, pela Escola de Comunicação e Artes, USP. Doutor em Fotografia Publicitária, em 1993, pela UNIZH , Suíça. Atualmente leciona em várias universidades e atua como fotografo independente em agencias de propaganda e agencias internacionais de notícias. Colabora com artigos sobre fotografia e filosofia da imagem para veículos nacionais e internacionais. 6 – Evandro Teixeira Nascimento: Santa Inês-BA, 1945 Área de atuação: Fotojornalismo Biografia: Inicia a carreira na área de fotojornalismo no jornal Diário da Noite – RJ, na qual se radica e onde vive desde então. Transfere-se para o Jornal do Brasil em 1963, ali permanecendo até hoje. Extremamente versátil, destaca-se em diversos campos da cobertura jornalística, desde os temas políticos até a fotografia de esporte . No primeiro caso, fotografa a chegada do general Castello Branco ao forte Copacabana durante o golpe militar de 1964, a repressão ao movimento estudantil no Rio de Janeiro, em 1968, e a queda do governo Salvador Allende no Chile, em 1973. No segundo, cobre várias Olimpíadas e Copas do Mundo, realizando, em 1991, a mostra itinerante Seul & Cia., congregando suas fotografias no campo do esporte. É autor dos livros Fotojornalismo e Canudos 100 anos . 7 – Elza Lima Nascimento: Belém, PA, 1952 Área de Atuação: Foto Documental Biografia: Formada em história pela Universidade Federal do Pará, Belém (1979), começou a fotografar profissionalmente em 1985, atuando na área da fotografia documental. Participou do projeto Fotoativo de documentação do núcleo histórico da cidade de Belém (1985). Trabalhou na Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves, onde criou um acervo fotográfico das manifestações culturais da Amazônia e, em convênio com a Fundação Nacional do Índio, realizou a documentação fotográfica das tribos indígenas da Amazônia Legal. Recebeu o Prêmio José Medeiros, do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1991); bolsa do Kunstmuseum des Kantons Thurgau, Suíça (1995), onde residiu por seis meses; o Prêmio Marc Ferrez, da Funarte (1996); e a Bolsa Vitae de Artes/Fotografia (2000). Integra o Conselho Curador da Galeria de Arte da Universidade da Amazônia, Belém, desde a sua criação em 1993. 8 – Felipe Hellmeister Data Nascimento: Rio de Janeiro, RJ, 1952 Área de Atuação: Foto Publicidade Biografia : Foi assistente do fotógrafo Miro no período1992-93, em 1994-95 é fotógrafo contratado da DPZ Propaganda. Em 1996 forma-se em Cinema pela Fundação Alvares Penteado e passa a atuar como fotógrafo freelancer para publicações editoriais e agências de publicidade. Recebeu o Prêmio Conrado Wessel, 3º lugar, 2005 e o Prêmio Porto-Seguro de Fotografia, Categoria São Paulo, 2008. 9 – Geraldo de Barros Nascimento: Chavantes SP 1923 – São Paulo SP 1998 Área de atuação: Fotografia Experimental, Artista Plástico Biografia: Estuda desenho e pintura, a partir de 1945, nos ateliês de Clóvis Graciano, Yoshiya Takaoka e Colette Pujol. Em 1946, faz suas primeiras fotos com uma câmera construída por ele mesmo. Inicialmente, fotografa jogos de futebol na periferia de São Paulo. Ainda nesse período, realiza experimentações que consistem em interferências no negativo, como cortar, desenhar, pintar, perfurar, solarizar e sobrepor imagens. É um dos fundadores do Grupo 15, ateliê instalado no centro da cidade em 1947, onde constrói um laboratório fotográfico. No mesmo ano, ingressa no Foto Cine Clube Bandeirantes – FCCB, principal núcleo da fotografia moderna brasileira. Realiza a exposição Fotoformas em 1950. Sua trajetória artística o coloca na linha de frente da fotografia experimental. Em 1951, com bolsa do governo francês vai para Paris, onde estuda litografia na École National Superiéure des Beaux-Arts. 10 – German Lorca Data Nascimento: São Paulo, SP, 1922 Área de Atuação: Foto Publicidade Biografia: Formou-se em ciências contábeis pelo Liceu Acadêmico em 1940. Em 1948 se filiou ao Foto Cine Clube Bandeirante. Investiu na sua própria formação e começou a registrar a paisagem da cidade de São Paulo. Exerceu a atividade de contador até 1952, ano em que abriu seu próprio estúdio fotográfico e foi contemplado com o Prêmio Alexandre Del Conte por ocasião da Exposição Internacional de Buenos Aires, Argentina. Foi fotógrafo oficial das comemorações do IV Centenário da Cidade de São Paulo (1954) e passou a dedicar-se exclusivamente à fotografia, atuando principalmente na área de publicidade. Conquistou vários prêmios nesta área como Medalha ao Mérito (1961) e Menção Honrosa (1962) concedidos pelo Art Directors Club de Miami (Estados Unidos) e Prêmio Colunistas (1986 e 1989) da revista Meio & Mensagem, entre outros. Em 1966 construiu um dos maiores estúdios de fotografia publicitária de São Paulo. Paralelamente, sempre desenvolveu trabalhos de expressão pessoal em fotografia e registrou as transformações da cidade de São Paulo ao longo do século 20. Estes foram os segundos 10 nomes sonantes de fotógrafos do Brasil, não perca brevemente a terceira parte do artigo!

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[Papo Cabeça] Carta pela Inovação, Criatividade e Acesso ao Conhecimento

Julho 9th, 2010 at 03:03pm Under Bibliotecas e Literatura+ Ciência+ Conteúdos+ Dança+ Educação+ Filosofia+ Geral+ Governo+ História+ Indústria+ Livros+ Política+ Professores+ Serviços+ Sociedade

Nós, uma ampla aliança formada por 20 países, centenas de milhares de cidadãos, usuários, consumidores, organizações, artistas, hackers, membros do movimento da cultura livre, economistas, advogados, professores, estudantes, pesquisadores, cientistas, ativistas, trabalhadores, desempregados, empresários, criativos… nós convidamos todos os cidadãos para divulgar esta Carta, compartilhar o conteúdo e praticar o que aqui propomos. Nós convidamos todos os governos, multinacionais e instituições a ouvirem urgentemente o que aqui dizemos – e que compreendam e executem nossa proposta. 1. Introdução Nós estamos no meio de uma revolução dos modos de criação, acesso e transformação de conhecimento e cultura. Cidadãos, artistas e consumidores não se encontram mais impotentes e isolados perante os conteúdos fornecidos pelas indústrias: agora as pessoas, nas mais diversas esferas, colaboram, participam e decidem. A tecnologia digital é a ponte que permite que idéias e conhecimentos se espalhem. Ela desfez inúmeras barreiras geográficas e tecnológicas que impediam que idéias fossem compartilhadas.  Elas proporcionaram e proporcionam novas ferramentas educacionais e estimulam possibilidades de novas formas de organização social econômica e política. Essa revolução se assemelha às inúmeras mudanças alcançadas a partir do surgimento da imprensa. Apesar dessas transformações, a indústria de entretenimento, muitos serviços de comunicação, governos e organismos internacionais ainda baseiam a fonte de suas vantagens e lucros no controle do conteúdo e das ferramentas e na gestão por parte de poucos. Isso leva a restrições nos direitos dos cidadãos à educação, ao acesso a informação, cultura, ciência e tecnologia; liberdade de expressão; inviolabilidade das comunicações e privacidade. Eles colocam a proteção de interesses privados acima dos interesses públicos, buscando impedir o desenvolvimento da sociedade em geral, exatamente como a Inquisição fez quando buscou reagir ao nascimento e desenvolvimento da imprensa. Instituições, indústrias, estruturas ou convenções de hoje não sobreviverão futuramente a não ser que se adaptem a essas mudanças. Outras, no entanto, modificarão seus métodos e os tornarão mais refinados em resposta às novas realidades. E nós precisaremos dar conta dessas mudanças. Implicações políticas e econômicas da cultura livre Cultura livre (referimo-nos aqui à liberdade, não à gratuidade) aumenta dramaticamente os espaços de engajamento cívico. Ela expande a faixa de pessoas e grupos capazes de contribuir com debates públicos. Trata-se, portanto, do fortalecimento da democracia em um tempo de crise, logo quando se clamam por formas mais potentes de democracia. Cultura livre é pré-condição para liberdade de expressão, liberdade essa que é pré-requisito fundamental para a democracia. Ela permite que se realize o potencial democrático das novas tecnologias, na medida em que reduz o isolamento. Cultura livre abre espaço para novas possibilidade de engajamento dos cidadãos na  produção de bens e serviços públicos. Isso se baseia em uma perspectiva dos “bens comuns” (“commons”). “Administração ou governança dos bens comuns” se refere à negociação de regras e limites para a gestão da produção coletiva, da administração e do acesso aos recursos compartilhados. A governança do dos bens comuns honra a participação, a inclusão, a transparência, a igualdade de acesso, e a sustentabilidade em longo prazo. Reconhecemos o espaço comum como uma forma distinta e desejável de governar. Ele não está necessariamente ligado ao Estado ou outras instituições políticas convencionais e demonstra que a sociedade civil é hoje uma força potente. Reconhecemos que essa nova economia social, para além do mercado privado, é uma importante fonte de valor. A nova reflexão sobre os ‘bens comuns’ (’Commons’), revitalizada pela tecnologia digital (entre outros fatores), alarga o espaço que constitui ‘a economia’. Neste momento da história, governos dão apoio considerável à economia de mercado privado; é urgente que seja dado à economia dos bens comuns o mesmo apoio extensivo que é oferecido ao mercado privado. Tudo o que esta nova perspectiva precisa para prosperar é uma economia com regras equilibradas para todos os modelos. A atual crise financeira demonstrou os limites estritos do fundamentalismo de mercado. As consequências sociais e econômicas devastadoras do colapso financeiro também demonstram que os mercados descontrolados, guiados apenas pela competição e pelo interesse individual, representam uma ameaça à civilização. A filosofia da Cultura Livre, uma herança dos movimentos pela livre circulação originados no software livre e aberto, é a prova empírica de que um novo tipo de ética e uma nova maneira de fazer negócios são possíveis. Estes movimentos criaram uma nova e viável forma de produção, com base em ofícios ou profissões, onde o autor-produtor não perde o controle do processo produtivo e não necessita da mediação dos grandes monopólios. Esta forma de produção se baseia na iniciativa autônoma em solidariedade com outros, em trocas configuradas de acordo com as habilidades e oportunidades de cada pessoa, na democratização do conhecimento, da educação e dos meios de produção, e em uma distribuição justa dos ganhos de acordo com o trabalho realizado. Declaramos nossa preocupação com o bem-estar dos artistas, pesquisadores, autores e produtores criativos. Nesta Carta, propomos uma série de possibilidades para a remuneração coletiva da criação e da inovação. O software livre e aberto, a Wikipedia, e muitos outros exemplos mostram que o modelo de cultura livre pode sustentar a inovação, e que os monopólios não são necessários para a produção de bens culturais e de conhecimento. Na produção cultural, o que é sustentável depende, em grande medida, do tipo de “produto” (os custos de um filme, por exemplo, são diferentes daqueles de uma enciclopédia colaborativa on-line). Projetos e iniciativas com base nos princípios da cultura livre utilizam uma variedade de maneiras de alcançar a sustentabilidade para além da economia voluntária. Algumas destas formas são consolidadas. Algumas estão ainda em fase experimental. A princípio generalizado é o de combinar várias fontes de financiamento. Este abordagem tem a vantagem de garantir a independência. Modelos de economia social comunitários já estão oferecendo um número de opções cada vez mais viável para manter a produção cultural. Estes incluem: doações não-monetárias e escambo (ex.: gift-economy, permutas); financiamento direto (ex: subscrições e doações); capital compartilhado (ex: fundos de contrapartida, cooperativas de produtores, interfinanciamento / economia social, Banco P2P, moeda virtual, crowd financing, capital aberto, cooperativas de investimento de base comunitária, e cooperativas de consumidores); fundações garantindo infra-estrutura para os projetos; financiamento público (ex:  renda básica, bolsas, prémios, subsídios, contratos públicos e comissões); financiamento privado (ex: investimento de risco, ações, patrocínio privado, associações empresariais de infra-estrutura e investimento); atividades comerciais (incluindo bens e serviços) e combinações entre distribuição P2P e transmissão (streaming) de baixo custo. A combinação dessas opções é cada vez mais viável, tanto para os criadores independentes como para a indústria. Não apoiamos a maneira como as empresas comerciais têm explorado o trabalho voluntário como estratégia para obter lucros a partir do valor gerado coletiva e voluntariamente. Acreditamos também que não deveria ser permitido que conglomerados tivessem a oportunidade de dominar uma parte substancial de qualquer setor do mercado. A era digital traz a promessa histórica de aumento de justiça, o que será gratificante para todos. Esse é o objetivo das propostas que se seguem: Primeiro de tudo, transparência: é fundamental que haja transparência na execução das atividades (de lobby), incluindo informações acerca de quem são as autoridades encarregadas da aplicação das leis e quais os procedimentos obrigatórios, de modo a impedir a violação de qualquer direito fundamental. As ferramentas digitais em si têm o potencial promover mais transparência e abertura política. Por todas essas razões, a promoção de infraestrutura e de ferramentas digitais deve ser baseada em procedimentos transparentes. 2. Demandas legais Temos identificado, nas regulamentações nacionais e nos tratados internacionais, lacunas referentes à disseminação de cultura e conhecimento – no aspecto privado, em relações contratuais e nas políticas públicas internacionais. Propomos, então, reformas que consideramos necessárias para superar essas falhas.  As deficiências atuais nas regulamentações e nos tratados são prejudiciais ao interesse público e para uma indústria cultural moderna e democrática. Nesse contexto, serve-se melhor ao interesse público quando a criação de obras intelectuais de significativo valor social é apoiada e assegurada. Deve-se assegurar, também, a todos os cidadãos um acesso irrestrito a essas obras, que podem ser aproveitadas das mais variadas formas. A. Conhecimentos comuns e o Domínio Público A.1. A expansão do domínio público e do tempo de contrato de direitos autorais (menos de 50 anos); A.2. Pesquisas financiadas publicamente e trabalhos intelectuais e culturais devem estar disponíveis gratuitamente para o público em geral; A.3. Deve-se garantir que obras de domínio público sejam acessíveis para o público em geral. B. Defendendo acesso a infraestruturas intelectuais e neutralidade na internet. B.1. Os cidadãos devem ter o direito a uma conexão de Internet que permita que mandem e recebam os conteúdos que desejarem, que usem serviços e que executem arquivos de sua escolha, conectem o hardware e usem o software que lhes interesse e que não prejudiquem a rede. B.2. Os cidadãos devem ter o direito a uma conexão de Internet que seja livre de qualquer discriminação (seja bloqueando, limitando ou priorizando) quanto ao tipo de aplicação, serviço ou conteúdo ou que seja baseada no endereço do destinatário ou remetente. B.3. Nenhuma limitação (ou filtragem) no conteúdo da internet deve ser feita sem uma decisão judicial prévia. C. Direitos do cidadão no contexto digital C.1. O DIREITO DE CITAÇÃO, por motivos educacionais ou científicos ou por propósitos puramente informativos, criativos ou de qualquer outra ordem. C.2. CÓPIA PRIVADA: quando a reprodução é feita para usos privados ou de compartilhamento e quando nenhum lucro direto ou indireto é obtido devido à cópia/reprodução. C.3 USO JUSTO (FAIR USE): o direito ao acesso e ao uso de obras autorais, sem a autorização dos titulares de direito, para fins de educação, ensino, pesquisa científica ou informação, satírico ou complementar ao objeto criativo principal, desde se faça referência ao autor e que todos os direitos morais sejam respeitados. D. Estimulando criatividade e inovação Declaramos nossa preocupação com o bem-estar de artistas e autores. Propomos várias maneiras de gratificação coletiva à criação coletiva e à inovação: D.1. Royalyties não substituem um salário justo. D.2. Diferenças no poder de barganha produzem diferenças injustas entre as pessoas criam e as entidades comerciais. Essas diferenças devem ser sanadas. D.3. Quando há exploração comercial de um trabalho, regras que garantam direitos econômicos devem priorizar a proteção de interesses econômicos de comunidades criativas. D.4. Devem ser abolidas todas as “imposições digitais” injustas, que sancionam a todos indiscriminadamente em nome da “compensação para os artistas” e que se propõem a penalizar atividades que não são, de modo algum, criminosas. D.5. Deve ser permitido aos autores/criadores que revoguem o mandato de ENTIDADES DE GESTÃO dos direitos do autor. D.6. Não se deve permitir o monopólio de entidades de gestão nem que as mesmas impeçam artistas e autores de usarem licenças livres. D.7. Devem ser ilegais – e jamais podem ser concedidas – patentes que monopolizem qualquer tipo de software ou de atividade de desenvolvimento intelectual. E. Acesso de pessoas com dificuldade de leitura Devem ser disponíveis formatos de texto acessíveis para pessoas com dificuldade de leitura. Os sistemas legais de todo o mundo devem facilitar a conversão de trabalhos em formatos acessíveis para pessoas com dificuldades de leitura, bem como o download e o upload dos mesmos. 3. Diretrizes para Educação e Acesso ao conhecimento Aprender é um processo de construção social que acontece mediante a troca de conhecimentos, experiências e das diversas nuances culturais. A cultura se desenvolve na medida em que o conhecimento se espalha pela sociedade. Entendemos educação como processo social que envolve uma ampla gama de tecnologias, atores, entidades e atividades educacionais, e não apenas as formas tidas como “oficiais”. Nossa visão de educação consiste na cultura de troca de informações e conhecimentos e em inovações eficientes e sustentáveis, baseadas nos princípios desta carta. Software livre O software livre permite que as pessoas estudem e aprendam conceitos, possibilitam a transparência no processamento das informações, assegura competição e inovação, proporcionam independência em relação a interesse de coorporações e aumenta a autonomia dos cidadãos. O software livre deve, portanto, ser usado, promovido e implementado em instituições educacionais e em outros espaços em que se realizam trabalhos funções educativas. Além disso, todo software produzido em ambientes educacionais deve ser convertido em software livre. Compartilhamento de recursos educacionais Recursos educacionais são uma ferramenta educacional básica. A publicação aberta em um domínio público estimula o desenvolvimento dos recursos e a participação de todos, promovendo diversidade cultural, ao mesmo tempo em que maximiza a reutilização e a eficiência. Livros-textos, apostilas e outros tipos de materiais devem ser, então, publicados como recursos abertos – assegurando o direito de uso, cópia, reutilização, adaptação, tradução e redistribuição. Acesso livre O acesso livre assegura o acesso a resultados de pesquisas científicas tanto para cientistas quando para o público em geral. Eles aumentam as possibilidades de aprendizado e propiciam que diversos pesquisadores descubram façam uso dos resultados uns dos outros. Universidades e centros de pesquisa devem aderir ao modelo do acesso livre, publicando os resultados de suas pesquisas. Devem ser desencorajadas as patentes nos resultados de pesquisas financiadas com dinheiro público. As patentes cujos titulares estejam ligados a instituições públicas devem ser irrevogavelmente liberadas. Padrões abertos O uso de padrões e formatos abertos é essencial para assegurar o compartilhamento e a inter-operabilidade técnica, proporcionando um acesso sem obstáculos à informação digital e a garantia da disponibilidade do conhecimento e da memória social, hoje e no futuro. 4. Estrutura requerida para uma sociedade inclusiva de conhecimento A. Privacidade Cidadãos têm o direito a: – Utilizar a internet e acessar conteúdos anonimamente; – Decidir a qualquer hora mover, modificar ou remover sua inscrição de usuário de qualquer serviço online – Não ter sua comunicação interceptada, a não ser a partir de ordem judicial prévia. Poder proteger suas comunicações com senhas. B. Direito no que diz respeito a redes (networks): liberdade de uso, criação e conexão – Sociedade civil e administrações públicas devem ter o direito a prover e implementar serviços de rede, incluindo aqueles oferecidos gratuitamente. Não devem ser impostas condições aos cidadãos para tal. C. Infraestrutura e regulação de mercado: – Neutralidade: A neutralidade na internet deve ser garantida (para uma definição precisa, leia o Glossário de termos e demandas legais – DEMANDAS LEGALES – o link se encontra no texto original) -Simetria; provedores de acesso à internet devem garantir conexões simétricas ou uma proporção razoável de download/upload. Deve haver acesso a banda larga a preços acessíveis a todos os cidadãos. – Diversidade: Devem ser evitados monopólios em infraestruturas de telecomunicações. Os cidadãos têm o direito ao acesso a mais de um provedor (público ou particular) e a oferta deste serviço de banda larga não deve estar vinculada à aquisição de outros produtos ou serviços. Nenhuma companhia de comunicação deve controlar mais de 25% de qualquer serviço no mercado. – Os provedores de telecomunicações devem satisfazer as velocidades de acesso decididas contratualmente; em contratos pré-pagos, só deve ser paga o serviço que seja explicitamente demandado pelo usuário. Os provedores devem garantir aos cidadãos a opção de tarifa plana. D. Administração Pública – Setor público, projetos fundados com verba pública e aqueles que impliquem os cidadãos por lei ou de alguma forma que afete seus direitos fundamentais, deveriam usar sempre o software livre e os padrões abertos. – Quando uma solução por software livre ou por padrão aberto não existe, o governo ou autoridade pública correspondente deve promover o desenvolvimento do software necessário. – Governos devem garantir acesso à Internet gratuito a todos os cidadãos, independentemente de seu local de residência. E. Como deveria proceder a administração pública no que se refere a compra e avaliação de softwares. – A compra pública de software deve avaliar o custo total do uso – incluindo os custos de finalizar o uso do software e de migrar para outro. – A contabilidade pública deve fazer uma separação clara entre os custos de licença e manutenção do software e o custo do hardware. 5. Transparência É fundamental que haja transparência nos processos de regulamentação e nas atividades de lobby, incluindo informações sobre quem são as autoridades responsáveis pela aplicação da lei e os procedimentos obrigatórios que devem ser colocados em prática, de modo a evitar a violação de qualquer direito fundamental. Os recursos e ferramentas digitais podem garantir mais transparência e credibilidade aos processos políticos. A existência e acesso às infra-estruturas e às ferramentas digitais devem se fundamentar em processos transparentes. Propomos um sistema de três avisos aos que violem o direito do cidadão à transparência nas informações. _________________________________________________________________________ – Essa carta foi gentilmente traduzida para o português por colaboradores do PDL, e está sendo distribuída livremente sob licença creative commons 3.0. Ajude a distribuí-la e divulgá-la! – Esta é uma versão resumida da carta. Você pode acessar a versão completa aqui (em inglês ou espanhol).

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conspiração: HORRIBLE TRUTH “A VERDADE HORRÍVEL”

Julho 9th, 2010 at 01:22pm Under Agências de informação+ Governo

JL já voou pelo mundo em missões para a CIA e outras agências do governamentais, foi o designer do Lear Jet. JL começou a interessar-se pelo fenômeno UFO, 13 meses após falar com o Pessoal da USAF. Foi testemunha do pouso de uma nave em Bentwaters … O Governo dos EUA continua a usar o seu pessoal treinado e profissional a suprimir a informação que se segue. A sua cooperação ao longo desses 40 anos passados excedeu suas mais selvagens expectativas e nós dizemos a você: …

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Sala de Aula – News > Ideb: especialista destaca parceria com …

Julho 4th, 2010 at 03:49pm Under Educação+ Ensino Básico+ Governo

… Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, disse hoje (1º) que a parceria entre os municípios e a União é um dos grandes pontos responsáveis pelo crescimento do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2009. … “O problema do ensino médio é que ele tem uma alta taxa de evasão e o Ideb é sensível a esse fenômeno. O que tem que acontecer é uma igual parceria entre ele [governo federal] e o estado, como ocorre ente o ensino fundamental e os municípios. …

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Google e Microsoft defendem cloud – 02/07/2010 – IT Web – Notícias

Julho 2nd, 2010 at 08:03pm Under Agências de informação+ Governo

Um dos representantes do governo norte-americano, afirmou, em comunicado, que “cloud computing oferece aumenta e, ao mesmo tempo, reduz a segurança dos sistemas de informação nas agências federais”. Avisou ainda que 22 das 24 maiores …

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