Professores
Julho 21st, 2010 at 10:10pm
Under Desporto+ Educação+ Educação Especial+ Professores+ Sociedade
Agora o ataque é os professores bibliotecários, depois o desporto escolar a seguir o ensino especial , hoje a minha escola, amanhã o mundo! É um modelo de ” educação de quintal” ou mesmo do “meu” quintal. A educação da sociedade pode …
By admin
Continue Reading Bibliotequices: Prof. bibliotecários: o que fazem?
Julho 20th, 2010 at 10:35am
Under Ensino Superior+ Professores
Como a maioria dos centros acaba por não ter condições para formar todos os docentes, estes acabam por recorrer a cursos de instituições de ensino superior ou de associações de professores, “pagando do seu bolso mais de cem euros”. …
By admin
Continue Reading Destak.pt | Fenprof exige revisão "urgente" do regime jurídico da …
Julho 18th, 2010 at 08:17am
Under Ensino Básico+ Geografia+ História+ Professores
História e Geografia de Portugal/Língua Portuguesa. Recursos para professores e alunos. Ensino Básico – 2º ciclo. ….. Palavras Cruzadas. PC – História, Inglês, Geografia , Sopa de Letras, Jogos Pedagógicos …
By admin
Continue Reading História e Geografia de Portugal/Língua Portuguesa: Como criar um …
Julho 11th, 2010 at 03:06pm
Under Ensino Superior+ Professores+ Sociedade
Os Prêmios existem para que alunos, professores, pesquisadores e instituições de ensino superior possam transformar seus projetos em realidade e fazer a diferença para uma sociedade mais equilibrada e sustentável. …
By admin
Continue Reading Prêmios Santander Universidades 2010 : Inovação, Ciência …
Julho 9th, 2010 at 03:03pm
Under Bibliotecas e Literatura+ Ciência+ Conteúdos+ Dança+ Educação+ Filosofia+ Geral+ Governo+ História+ Indústria+ Livros+ Política+ Professores+ Serviços+ Sociedade
Nós, uma ampla aliança formada por 20 países, centenas de milhares de cidadãos, usuários, consumidores, organizações, artistas, hackers, membros do movimento da cultura livre, economistas, advogados, professores, estudantes, pesquisadores, cientistas, ativistas, trabalhadores, desempregados, empresários, criativos… nós convidamos todos os cidadãos para divulgar esta Carta, compartilhar o conteúdo e praticar o que aqui propomos. Nós convidamos todos os governos, multinacionais e instituições a ouvirem urgentemente o que aqui dizemos – e que compreendam e executem nossa proposta. 1. Introdução Nós estamos no meio de uma revolução dos modos de criação, acesso e transformação de conhecimento e cultura. Cidadãos, artistas e consumidores não se encontram mais impotentes e isolados perante os conteúdos fornecidos pelas indústrias: agora as pessoas, nas mais diversas esferas, colaboram, participam e decidem. A tecnologia digital é a ponte que permite que idéias e conhecimentos se espalhem. Ela desfez inúmeras barreiras geográficas e tecnológicas que impediam que idéias fossem compartilhadas. Elas proporcionaram e proporcionam novas ferramentas educacionais e estimulam possibilidades de novas formas de organização social econômica e política. Essa revolução se assemelha às inúmeras mudanças alcançadas a partir do surgimento da imprensa. Apesar dessas transformações, a indústria de entretenimento, muitos serviços de comunicação, governos e organismos internacionais ainda baseiam a fonte de suas vantagens e lucros no controle do conteúdo e das ferramentas e na gestão por parte de poucos. Isso leva a restrições nos direitos dos cidadãos à educação, ao acesso a informação, cultura, ciência e tecnologia; liberdade de expressão; inviolabilidade das comunicações e privacidade. Eles colocam a proteção de interesses privados acima dos interesses públicos, buscando impedir o desenvolvimento da sociedade em geral, exatamente como a Inquisição fez quando buscou reagir ao nascimento e desenvolvimento da imprensa. Instituições, indústrias, estruturas ou convenções de hoje não sobreviverão futuramente a não ser que se adaptem a essas mudanças. Outras, no entanto, modificarão seus métodos e os tornarão mais refinados em resposta às novas realidades. E nós precisaremos dar conta dessas mudanças. Implicações políticas e econômicas da cultura livre Cultura livre (referimo-nos aqui à liberdade, não à gratuidade) aumenta dramaticamente os espaços de engajamento cívico. Ela expande a faixa de pessoas e grupos capazes de contribuir com debates públicos. Trata-se, portanto, do fortalecimento da democracia em um tempo de crise, logo quando se clamam por formas mais potentes de democracia. Cultura livre é pré-condição para liberdade de expressão, liberdade essa que é pré-requisito fundamental para a democracia. Ela permite que se realize o potencial democrático das novas tecnologias, na medida em que reduz o isolamento. Cultura livre abre espaço para novas possibilidade de engajamento dos cidadãos na produção de bens e serviços públicos. Isso se baseia em uma perspectiva dos “bens comuns” (“commons”). “Administração ou governança dos bens comuns” se refere à negociação de regras e limites para a gestão da produção coletiva, da administração e do acesso aos recursos compartilhados. A governança do dos bens comuns honra a participação, a inclusão, a transparência, a igualdade de acesso, e a sustentabilidade em longo prazo. Reconhecemos o espaço comum como uma forma distinta e desejável de governar. Ele não está necessariamente ligado ao Estado ou outras instituições políticas convencionais e demonstra que a sociedade civil é hoje uma força potente. Reconhecemos que essa nova economia social, para além do mercado privado, é uma importante fonte de valor. A nova reflexão sobre os ‘bens comuns’ (’Commons’), revitalizada pela tecnologia digital (entre outros fatores), alarga o espaço que constitui ‘a economia’. Neste momento da história, governos dão apoio considerável à economia de mercado privado; é urgente que seja dado à economia dos bens comuns o mesmo apoio extensivo que é oferecido ao mercado privado. Tudo o que esta nova perspectiva precisa para prosperar é uma economia com regras equilibradas para todos os modelos. A atual crise financeira demonstrou os limites estritos do fundamentalismo de mercado. As consequências sociais e econômicas devastadoras do colapso financeiro também demonstram que os mercados descontrolados, guiados apenas pela competição e pelo interesse individual, representam uma ameaça à civilização. A filosofia da Cultura Livre, uma herança dos movimentos pela livre circulação originados no software livre e aberto, é a prova empírica de que um novo tipo de ética e uma nova maneira de fazer negócios são possíveis. Estes movimentos criaram uma nova e viável forma de produção, com base em ofícios ou profissões, onde o autor-produtor não perde o controle do processo produtivo e não necessita da mediação dos grandes monopólios. Esta forma de produção se baseia na iniciativa autônoma em solidariedade com outros, em trocas configuradas de acordo com as habilidades e oportunidades de cada pessoa, na democratização do conhecimento, da educação e dos meios de produção, e em uma distribuição justa dos ganhos de acordo com o trabalho realizado. Declaramos nossa preocupação com o bem-estar dos artistas, pesquisadores, autores e produtores criativos. Nesta Carta, propomos uma série de possibilidades para a remuneração coletiva da criação e da inovação. O software livre e aberto, a Wikipedia, e muitos outros exemplos mostram que o modelo de cultura livre pode sustentar a inovação, e que os monopólios não são necessários para a produção de bens culturais e de conhecimento. Na produção cultural, o que é sustentável depende, em grande medida, do tipo de “produto” (os custos de um filme, por exemplo, são diferentes daqueles de uma enciclopédia colaborativa on-line). Projetos e iniciativas com base nos princípios da cultura livre utilizam uma variedade de maneiras de alcançar a sustentabilidade para além da economia voluntária. Algumas destas formas são consolidadas. Algumas estão ainda em fase experimental. A princípio generalizado é o de combinar várias fontes de financiamento. Este abordagem tem a vantagem de garantir a independência. Modelos de economia social comunitários já estão oferecendo um número de opções cada vez mais viável para manter a produção cultural. Estes incluem: doações não-monetárias e escambo (ex.: gift-economy, permutas); financiamento direto (ex: subscrições e doações); capital compartilhado (ex: fundos de contrapartida, cooperativas de produtores, interfinanciamento / economia social, Banco P2P, moeda virtual, crowd financing, capital aberto, cooperativas de investimento de base comunitária, e cooperativas de consumidores); fundações garantindo infra-estrutura para os projetos; financiamento público (ex: renda básica, bolsas, prémios, subsídios, contratos públicos e comissões); financiamento privado (ex: investimento de risco, ações, patrocínio privado, associações empresariais de infra-estrutura e investimento); atividades comerciais (incluindo bens e serviços) e combinações entre distribuição P2P e transmissão (streaming) de baixo custo. A combinação dessas opções é cada vez mais viável, tanto para os criadores independentes como para a indústria. Não apoiamos a maneira como as empresas comerciais têm explorado o trabalho voluntário como estratégia para obter lucros a partir do valor gerado coletiva e voluntariamente. Acreditamos também que não deveria ser permitido que conglomerados tivessem a oportunidade de dominar uma parte substancial de qualquer setor do mercado. A era digital traz a promessa histórica de aumento de justiça, o que será gratificante para todos. Esse é o objetivo das propostas que se seguem: Primeiro de tudo, transparência: é fundamental que haja transparência na execução das atividades (de lobby), incluindo informações acerca de quem são as autoridades encarregadas da aplicação das leis e quais os procedimentos obrigatórios, de modo a impedir a violação de qualquer direito fundamental. As ferramentas digitais em si têm o potencial promover mais transparência e abertura política. Por todas essas razões, a promoção de infraestrutura e de ferramentas digitais deve ser baseada em procedimentos transparentes. 2. Demandas legais Temos identificado, nas regulamentações nacionais e nos tratados internacionais, lacunas referentes à disseminação de cultura e conhecimento – no aspecto privado, em relações contratuais e nas políticas públicas internacionais. Propomos, então, reformas que consideramos necessárias para superar essas falhas. As deficiências atuais nas regulamentações e nos tratados são prejudiciais ao interesse público e para uma indústria cultural moderna e democrática. Nesse contexto, serve-se melhor ao interesse público quando a criação de obras intelectuais de significativo valor social é apoiada e assegurada. Deve-se assegurar, também, a todos os cidadãos um acesso irrestrito a essas obras, que podem ser aproveitadas das mais variadas formas. A. Conhecimentos comuns e o Domínio Público A.1. A expansão do domínio público e do tempo de contrato de direitos autorais (menos de 50 anos); A.2. Pesquisas financiadas publicamente e trabalhos intelectuais e culturais devem estar disponíveis gratuitamente para o público em geral; A.3. Deve-se garantir que obras de domínio público sejam acessíveis para o público em geral. B. Defendendo acesso a infraestruturas intelectuais e neutralidade na internet. B.1. Os cidadãos devem ter o direito a uma conexão de Internet que permita que mandem e recebam os conteúdos que desejarem, que usem serviços e que executem arquivos de sua escolha, conectem o hardware e usem o software que lhes interesse e que não prejudiquem a rede. B.2. Os cidadãos devem ter o direito a uma conexão de Internet que seja livre de qualquer discriminação (seja bloqueando, limitando ou priorizando) quanto ao tipo de aplicação, serviço ou conteúdo ou que seja baseada no endereço do destinatário ou remetente. B.3. Nenhuma limitação (ou filtragem) no conteúdo da internet deve ser feita sem uma decisão judicial prévia. C. Direitos do cidadão no contexto digital C.1. O DIREITO DE CITAÇÃO, por motivos educacionais ou científicos ou por propósitos puramente informativos, criativos ou de qualquer outra ordem. C.2. CÓPIA PRIVADA: quando a reprodução é feita para usos privados ou de compartilhamento e quando nenhum lucro direto ou indireto é obtido devido à cópia/reprodução. C.3 USO JUSTO (FAIR USE): o direito ao acesso e ao uso de obras autorais, sem a autorização dos titulares de direito, para fins de educação, ensino, pesquisa científica ou informação, satírico ou complementar ao objeto criativo principal, desde se faça referência ao autor e que todos os direitos morais sejam respeitados. D. Estimulando criatividade e inovação Declaramos nossa preocupação com o bem-estar de artistas e autores. Propomos várias maneiras de gratificação coletiva à criação coletiva e à inovação: D.1. Royalyties não substituem um salário justo. D.2. Diferenças no poder de barganha produzem diferenças injustas entre as pessoas criam e as entidades comerciais. Essas diferenças devem ser sanadas. D.3. Quando há exploração comercial de um trabalho, regras que garantam direitos econômicos devem priorizar a proteção de interesses econômicos de comunidades criativas. D.4. Devem ser abolidas todas as “imposições digitais” injustas, que sancionam a todos indiscriminadamente em nome da “compensação para os artistas” e que se propõem a penalizar atividades que não são, de modo algum, criminosas. D.5. Deve ser permitido aos autores/criadores que revoguem o mandato de ENTIDADES DE GESTÃO dos direitos do autor. D.6. Não se deve permitir o monopólio de entidades de gestão nem que as mesmas impeçam artistas e autores de usarem licenças livres. D.7. Devem ser ilegais – e jamais podem ser concedidas – patentes que monopolizem qualquer tipo de software ou de atividade de desenvolvimento intelectual. E. Acesso de pessoas com dificuldade de leitura Devem ser disponíveis formatos de texto acessíveis para pessoas com dificuldade de leitura. Os sistemas legais de todo o mundo devem facilitar a conversão de trabalhos em formatos acessíveis para pessoas com dificuldades de leitura, bem como o download e o upload dos mesmos. 3. Diretrizes para Educação e Acesso ao conhecimento Aprender é um processo de construção social que acontece mediante a troca de conhecimentos, experiências e das diversas nuances culturais. A cultura se desenvolve na medida em que o conhecimento se espalha pela sociedade. Entendemos educação como processo social que envolve uma ampla gama de tecnologias, atores, entidades e atividades educacionais, e não apenas as formas tidas como “oficiais”. Nossa visão de educação consiste na cultura de troca de informações e conhecimentos e em inovações eficientes e sustentáveis, baseadas nos princípios desta carta. Software livre O software livre permite que as pessoas estudem e aprendam conceitos, possibilitam a transparência no processamento das informações, assegura competição e inovação, proporcionam independência em relação a interesse de coorporações e aumenta a autonomia dos cidadãos. O software livre deve, portanto, ser usado, promovido e implementado em instituições educacionais e em outros espaços em que se realizam trabalhos funções educativas. Além disso, todo software produzido em ambientes educacionais deve ser convertido em software livre. Compartilhamento de recursos educacionais Recursos educacionais são uma ferramenta educacional básica. A publicação aberta em um domínio público estimula o desenvolvimento dos recursos e a participação de todos, promovendo diversidade cultural, ao mesmo tempo em que maximiza a reutilização e a eficiência. Livros-textos, apostilas e outros tipos de materiais devem ser, então, publicados como recursos abertos – assegurando o direito de uso, cópia, reutilização, adaptação, tradução e redistribuição. Acesso livre O acesso livre assegura o acesso a resultados de pesquisas científicas tanto para cientistas quando para o público em geral. Eles aumentam as possibilidades de aprendizado e propiciam que diversos pesquisadores descubram façam uso dos resultados uns dos outros. Universidades e centros de pesquisa devem aderir ao modelo do acesso livre, publicando os resultados de suas pesquisas. Devem ser desencorajadas as patentes nos resultados de pesquisas financiadas com dinheiro público. As patentes cujos titulares estejam ligados a instituições públicas devem ser irrevogavelmente liberadas. Padrões abertos O uso de padrões e formatos abertos é essencial para assegurar o compartilhamento e a inter-operabilidade técnica, proporcionando um acesso sem obstáculos à informação digital e a garantia da disponibilidade do conhecimento e da memória social, hoje e no futuro. 4. Estrutura requerida para uma sociedade inclusiva de conhecimento A. Privacidade Cidadãos têm o direito a: – Utilizar a internet e acessar conteúdos anonimamente; – Decidir a qualquer hora mover, modificar ou remover sua inscrição de usuário de qualquer serviço online – Não ter sua comunicação interceptada, a não ser a partir de ordem judicial prévia. Poder proteger suas comunicações com senhas. B. Direito no que diz respeito a redes (networks): liberdade de uso, criação e conexão – Sociedade civil e administrações públicas devem ter o direito a prover e implementar serviços de rede, incluindo aqueles oferecidos gratuitamente. Não devem ser impostas condições aos cidadãos para tal. C. Infraestrutura e regulação de mercado: – Neutralidade: A neutralidade na internet deve ser garantida (para uma definição precisa, leia o Glossário de termos e demandas legais – DEMANDAS LEGALES – o link se encontra no texto original) -Simetria; provedores de acesso à internet devem garantir conexões simétricas ou uma proporção razoável de download/upload. Deve haver acesso a banda larga a preços acessíveis a todos os cidadãos. – Diversidade: Devem ser evitados monopólios em infraestruturas de telecomunicações. Os cidadãos têm o direito ao acesso a mais de um provedor (público ou particular) e a oferta deste serviço de banda larga não deve estar vinculada à aquisição de outros produtos ou serviços. Nenhuma companhia de comunicação deve controlar mais de 25% de qualquer serviço no mercado. – Os provedores de telecomunicações devem satisfazer as velocidades de acesso decididas contratualmente; em contratos pré-pagos, só deve ser paga o serviço que seja explicitamente demandado pelo usuário. Os provedores devem garantir aos cidadãos a opção de tarifa plana. D. Administração Pública – Setor público, projetos fundados com verba pública e aqueles que impliquem os cidadãos por lei ou de alguma forma que afete seus direitos fundamentais, deveriam usar sempre o software livre e os padrões abertos. – Quando uma solução por software livre ou por padrão aberto não existe, o governo ou autoridade pública correspondente deve promover o desenvolvimento do software necessário. – Governos devem garantir acesso à Internet gratuito a todos os cidadãos, independentemente de seu local de residência. E. Como deveria proceder a administração pública no que se refere a compra e avaliação de softwares. – A compra pública de software deve avaliar o custo total do uso – incluindo os custos de finalizar o uso do software e de migrar para outro. – A contabilidade pública deve fazer uma separação clara entre os custos de licença e manutenção do software e o custo do hardware. 5. Transparência É fundamental que haja transparência nos processos de regulamentação e nas atividades de lobby, incluindo informações sobre quem são as autoridades responsáveis pela aplicação da lei e os procedimentos obrigatórios que devem ser colocados em prática, de modo a evitar a violação de qualquer direito fundamental. Os recursos e ferramentas digitais podem garantir mais transparência e credibilidade aos processos políticos. A existência e acesso às infra-estruturas e às ferramentas digitais devem se fundamentar em processos transparentes. Propomos um sistema de três avisos aos que violem o direito do cidadão à transparência nas informações. _________________________________________________________________________ – Essa carta foi gentilmente traduzida para o português por colaboradores do PDL, e está sendo distribuída livremente sob licença creative commons 3.0. Ajude a distribuí-la e divulgá-la! – Esta é uma versão resumida da carta. Você pode acessar a versão completa aqui (em inglês ou espanhol).
By admin
Continue Reading [Papo Cabeça] Carta pela Inovação, Criatividade e Acesso ao Conhecimento
Julho 1st, 2010 at 03:03pm
Under Ciência+ Educação+ Ensino Profissional+ Matemática+ Professores
Até o dia 10 de agosto, a Fiocruz inscreve profissionais de educação para o “Curso de Enfretamento da Violência na Escola”. Ao todo, são oferecidas 600 vagas para professores, prioritariamente, da rede pública. Informações em www.ensp. fiocruz.br … O IFRJ está com inscrições abertas até 14 de julho para a segunda turma de pós-graduação em Aperfeiçoamento em Ensino de Ciências Naturais e Matemática, oferecido no Campus Volta Redonda. Podem se candidatar professores de …
By admin
Continue Reading Ser Biologo: News Letter do CRBio-02 de 1/7/2010 12:03:35
Junho 25th, 2010 at 09:08pm
Under Professores
Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:”"; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:”Times New Roman”; mso-fareast-font-family:”Times New …
By admin
Continue Reading Professores estão entre profissionais mais confiáveis
Junho 24th, 2010 at 01:45pm
Under Ensino Secundário+ Professores
Com professores contratados e pagos praticamente à hora,quais “femmes de ménage”,com um ensino secundário em associações sem programas,sem certificação ou homologação de conhecimentos,é o verdadeiro descalabro. …
By admin
Continue Reading duas ou três coisas: Carta ao Mathis
Junho 23rd, 2010 at 03:39am
Under Educação+ Ensino Profissional+ Professores
O Rio de Janeiro sediou a I JORNADA INTERDISCIPLINAR “INTOLERÂNCIA E HOLOCAUSTO: COMO ESTUDAR E ENSINAR EM SALA DE AULA”, com a presença de 420 professores do Ensino Médio da rede estadual de Educação. … Evento sobre Holocausto reune 300 professores em Curitiba · B’nai B`rith lança Concurso para Escolas Municipais de São Paulo · Bnai Brith leva profissionais para seminário no Yad Vashem · Professores brasileiros no Yad Vashem · Diireto de Jerualém – por Lia Bergmann …
By admin
Continue Reading Jornada sobre o Holocausto para o Ensino Médio reúne 420 …
Junho 22nd, 2010 at 11:30am
Under Governo+ Professores+ Região Autónoma dos Açores
Os professores que exerçam actividade na Região Autónoma dos Açores podem ver aumentados os seus vencimentos no topo de carreira. Esta foi uma proposta de alteração ao Estatuto da Carreira do Docente, efectuada pelo Governo, …
By admin
Continue Reading Aumentos salariais para professores em topo de carreira – Jornal …
Junho 18th, 2010 at 05:09pm
Under Ensino Superior+ Governo+ Professores
“Queremos convidar depois outros professores de outras disciplinas a fazerem o mesmo, dando assim seguimento ao pedido feito pelo Governo, no Contrato de Confiança que assinou com instituições de ensino superior , para que estas apliquem …
By admin
Continue Reading Alunos da ESES lançam projectos multimédia inovadores | O Ribatejo
Junho 18th, 2010 at 03:37pm
Under Ciência+ Educação+ Ensino Profissional+ Geral+ História+ Política+ Professores
Incentiva a participação de cientistas e profissionais de áreas como ciências sociais, história, economia e política, relacionados a áreas polares; e áreas que incluam a promoção da educação ambiental e da comunicação educativa. Os membros da associação são representados … Pesquisadores em início de carreira, professores de ensino fundamental, médio e universitário, comunidade em geral. Todos são bem vindos. Para se associar basta solicitar ingresso no grupo Nacional …
By admin
Continue Reading APECS BRASIL: APECS PANEL in SCAR Buenos Aires Conference
Junho 15th, 2010 at 10:45am
Under Arquitectura e Design+ Livros+ Professores
Já é ponto pacífico que, durante a concepção de um projeto web, a presença de usabilidade e práticas de Arquitetura da Informação são fundamentais para o sucesso e atingimento das metas e isto gerou um crescimento considerável na busca por capacitação de profissionais voltados para planejar e organizar as informações que serão expostas no website ou sistema. E, paralelo a este crescimento, muitos conceitos e melhores práticas circulam através de livros, artigos ou fóruns, com textos que giram em torno deste processo. Desta forma, algumas empresas de desenvolvimento web, que ainda não dispõem de equipes com experts neste segmento, passam a conhecer as metodologias e sua importância em um mercado digital crescente e em constante transformação. Podemos ver também os conceitos de usabilidade e “encontrabilidade” – “findability”, como Peter Morville nomeou a facilidade de encontrar informações na web – refletidos nos atuais buscadores (lá vem ela novamente falando do Google…) que dia a dia indexam e organizam suas diretrizes com algumas pérolas das boas praticas do AI. Embora exista muito material interessante sobre o assunto, a análise e a arquitetura de informações, como todas as partes envolvidas no projeto web, requer muito conhecimento sólido e aplicado para garantir a qualidade do resultado para o seu cliente. Sabendo disto, algumas empresas, na intenção de posicionar seu negócio de forma correta dentro do ambiente digital, contratam grandes agências que utilizam uma gama de profissionais durante todo o projeto, garantindo assim o sucesso com um custo proporcional à demanda solicitada. Atualmente, grandes projetos de Arquitetura da Informação (AI) e Experiência do Usuário (UX) ainda estão restritos à grandes organizações por conta de seu alto custo de implementação. E as pequenas empresas que pretendem colocar seus websites de acordo com os princípios adequados, e com verba menos substancial, acabam por encontrar muitas agências que ainda não têm um time completo para atendê-las. A pergunta que me fizeram um tempo atrás é: como uma agência com equipe enxuta pode fazer um projeto que tenha em um de seus estágios de concepção a Arquitetura de Informação, que traga um resultado eficiente no negócio digital de seu cliente? Eu acredito firmemente que ser uma agência pequena não impede que o trabalho de AI seja realizado de forma eficaz e correta, e muito menos impede de ter uma equipe robusta. A cada dia que passa mais profissionais bem formados estão dispostos no mercado. E não estou falando apenas no âmbito da AI ou UX. Se a sua empresa ainda não encontrou um deles, basta atentar para alguns cuidados importantes na hora de montar sua equipe. Deixo abaixo algumas dicas importantes que podem ser diferenciais: Qualificação de Profissional Antes de começar qualquer projeto com informações e competências que não temos domínio, é imprescindível aprender sobre o assunto, pois além de dar mais segurança em defesas e apresentações para o cliente, garante sua qualidade. Se sua empresa ainda não dispõe de verba para contratar um profissional experiente em Arquitetura de Informação e Usabilidade, saiba que existem muitos cursos com bons professores e excelentes escolas. É importante fazer uma boa pesquisa no mercado para investir na formação ideal. Definido o curso, procure dentro de sua própria empresa um profissional com perfil mais analítico, organizacional e veja se ele não quer aprender sobre o assunto. O que isto tem de bom? Multidisciplinaridade. Se o seu htmler gosta de Taxonomia e já comentou alguma coisa sobre behaviorismo, acredite, ele é um forte candidato a ser seu mais novo aliado na arquitetura de informação. Invista nele, pois muitas vezes um curso pago para um profissional que está dentro de casa pode ter um custo/benefício bem positivo a curto prazo. Multidisciplinaridade Uma equipe com profissionais de mesma disciplina conseguem fazer um bom projeto, mas uma equipe multidisciplinar, além de fazê-lo bem, consegue o resultado esperado pelo cliente, pois a existência de variados profissionais na equipe ou pessoas com conhecimentos abrangentes sobre web evita visões parciais do todo. Por exemplo: se fizermos uma AI com moldes mais técnicos sem foco no negócio gera um site bem organizado e encontrável, porém sem a dinâmica que encanta o usuário durante sua experiência de navegação. Por outro lado, se o foco for o webdesign e/ou webmarketing, o resultado pode ser um site com total foco no negócio mas com falta de usabilidade, correndo o risco de gerar uma experiência frustrante para o usuário. Alguns pontos importantes que a multidisciplinaridade pode oferecer ao projeto de uma pequena agência: Criação de testes de usabilidade internos a fim de poder avaliar melhor a performance do projeto; Escolha de tecnologias, garantindo a facilidade de implementação e manutenção; Design melhor em longo prazo; Marketing focado na expectativas do cliente usando as tecnologias apropriadas para a realização dos objetivos; Pensamento constante no foco do negócio e no atingimento do objetivo. Compreender o negócio do cliente e seu contexto O entendimento pleno do foco do negócio da empresa de seu cliente deve ser comum a todos os membros da equipe. Desta forma, os objetivos estabelecidos serão mais claros e encaixados dentro da própria estratégia da empresa. “Mas Iris, meu cliente é tão pequeno que nem tem estratégia”. Olha aí uma boa oportunidade de você fidelizá-lo e ainda agregar valor ao negócio dele. Quem garante que daqui a um tempo ele não será grande? Entenda ou se necessário desvende o foco comercial dele, dê sugestões para dar apoio a estes objetivos de negócio e no final do projeto – por conta do caminho para a organização das informações ter ficado mais claro para seu arquiteto – seu cliente receberá um sistema ou website que vai sustentar sua estratégia trazendo a ele uma grande vantagem competitiva. E, com certeza, quando ele crescer não vai se esquecer de você. Mediar necessidades de cliente e usuário Algumas vezes, quando se apresentam protótipos do site ou sistema para o cliente, uma coisa fica muito clara: a vontade dele não é a mesma que a do usuário. Prepare-se com boas e embasadas defesas, pois terá que lidar com isto de forma a não prejudicar o bom andamento do projeto. Não seja espartano. Tente o equilíbrio. O fundamental é pensar no contexto do negócio e tentar harmonizar fatores como tempo, orçamento e outros que aparecerem. Ideal é buscar sempre a melhoria para o usuário, pois é a partir desta conscientização que o negócio virtual terá seu sucesso. Lembre-se sempre de que, acima de tudo, bons projetos dependem da equipe e, sempre, quanto mais bem formada e preparada ela está, mais a sua empresa ganha espaço dentro do mercado digital. E um fator muito importante para resultados positivos dentro de ambientes digitais é certamente a facilidade que o usuário precisa para encontrar a informação que se deseja expor. E este resultado só uma boa arquitetura consegue produzir.
By admin
Continue Reading Pequenas empresas, grandes AIs
Junho 11th, 2010 at 08:28am
Under Professores
excel in Excel – www.excelinexcel.com. Newly established online Excel training company that focuses on helping new and recent graduates succeed. sponsored like. ramiro marques’s profile on MyLikes. Enhanced by Zemanta …
By admin
Continue Reading Excell: Cursos Online de Excel Avançado para Professores
Junho 9th, 2010 at 07:14pm
Under Bibliotecas e Literatura+ Deficientes+ Informática+ Professores+ Serviços
(imagem encontrada na web) Biblioteca é um centro de informações, sendo assim, é praticamente impossível, nos dias de hoje, não associá-la a Internet. Não se trata de transformar bibliotecas em lan houses , mas de disponibilizar acesso a todo universo do conhecimento contido na rede, bem como aos recursos de informática. A Biblioteca Central conta com uma Sala Multimídia equipada com computadores, impressora, gravador de CD e DVD, scanner colorido, TV e DVD player, para uso de professores , alunos, ex-alunos , funcionários e comunidade externa . Disponibiliza equipamentos com os softwares JAWS e DOSVOX, que permitem a navegação na Internet e a leitura de textos, para deficientes visuais. Os computadores destinam-se a pesquisa em bases de dados on-line, nacionais e internacionais e a elaboração de trabalhos acadêmicos. O uso indevido reserva à Biblioteca o direito de cancelar a utilização do equipamento. Cada computador deve ser utilizado por um único usuário de cada vez, durante 60 minutos renováveis, caso não haja reserva. O agendamento prévio é permitido somente à comunidade PUC-Rio. Os usuários têm a opção de impressão ou gravação em disco segundo a tabela de preços abaixo: Venha e aproveite mais espaço criado para você!
By admin
Continue Reading Sala Multimídia
Junho 9th, 2010 at 03:00am
Under Educação+ Ensino Superior+ Professores
Identificar, valorizar e divulgar experiências inovadoras e bem-sucedidas de educação do empreendedorismo, planejadas e executadas por professores de instituições de ensino superior brasileiras. Esse é o objetivo do Prêmio Educação …
By admin
Continue Reading Business Opportunities Weblog Brasil | Professores De …
Junho 7th, 2010 at 09:54am
Under Ensino Profissional+ Professores
Não têm outro prémio na carreira, monetário ou de promoção, a não ser o brio profissional , o êxito dos seus alunos. São famosas as disputas entre professores na base das notas dos seus alunos – guerras a sério. …
By admin
Continue Reading Entretanto, no divertido mundo da educação … « BLASFÉMIAS
Maio 26th, 2010 at 10:48am
Under Bibliotecas e Literatura+ Blogs+ E-Learning+ Livros+ Podcasts+ Professores
Apresentação: o termo “Web 2.0” foi introduzido na primeira conferência O’Reilly Media Web 2.0 em 2004. Apesar do discurso de Tim O’Reilly sugerir uma nova versão da World Wide Web de Berners-Lee, “Web 2.0 means an Internet that is even more interactive, customized, social, and media-intensive” (p. 5). Tecnologias como Second Life , YouTube , blogs , podcasts , plataformas de e-learning, entre outros, estão a alterar a forma como professores e alunos interagem e ensinam/aprendem. “Collaborative learning environments offer a new perspective on the importance of creating a supportive context within which learners can navigate the process of learning, self-regulate, collaborate, and contribute” (p. 45). Este livro apresenta um conjunto de 22 artigos sobre a integração da Web 2.0 em ambientes de ensino-aprendizagem. Localização: CF-32-381 (Mediateca) » » Ver registo completo no catálogo bibliográfico » » Ver mais informações no website do editor: Information Age Publishing » » Ver livro no Google Livros
By admin
Continue Reading Numa estante perto de si… Wired for Learning
Maio 24th, 2010 at 11:09pm
Under Homens+ Mulheres+ Professores
E uma das provas desta “febre” é o comunicado feito pela Emirates Jiu-Jitsu Team, anunciando que contratará mais 42 professores faixas-pretas (36 homens e 6 mulheres) para o projeto de inclusão da arte suave nas escolas árabes, …
By admin
Continue Reading Abu Dhabi contrata 42 professores de Jiu-Jitsu :: TATAME
Maio 24th, 2010 at 06:33pm
Under Educação+ Professores
A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) convoca 53 professores e um arquiteto/urbanista aprovados no último Processo Seletivo Simplificado (PSS) promovido pela Secretaria. Os selecionados deverão comparecer na próxima segunda-feira …
By admin
Continue Reading Seduc convoca 53 professores e arquiteto aprovados no processo …
Previous Posts