Indústria

CIH multi cartridge clamp closure housings

Julho 26th, 2010 at 01:00pm Under Indústria

CIH multi cartridge clamp closure housings are available in 4,5 & 7 round configurations. The 12 through 80 round are swing bolt designs. Offered in 304 or 316L SS and rated to 150 psi max operating pressure. The complete CIH series is …

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Environmental Simulator & Precision Temperature Cycling System

Julho 26th, 2010 at 12:00pm Under Indústria

Genevac / SP Scientific has announced the FTS ThermoJet ES – a new generation temperature control system for precise and reliable device testing and characterization. The ThermoJet ES has been designed to deliver controlled temperature …

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New Application Notes Demonstrate TargetView™ Software

Julho 26th, 2010 at 12:00pm Under Indústria

TargetView software has been designed by ALMSCO International to detect and identify predetermined (target) compounds within complex GC/MS (TIC) data files. * ANTV10 | Application of TargetView software within the food industry the …

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Me interesaría tener informacion sobre los incrementos de precios …

Julho 26th, 2010 at 09:27am Under Indústria

Me interesaría tener informacion sobre los incrementos de precios en la industria farmacéutica argentina en 07 · http://www.myvideo.de. Necesito realizar un análisis de precios de la Ind Ftica Argentina y quiero información, …

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F-X2: lista de razões que atrapalham a escolha

Julho 23rd, 2010 at 02:39pm Under Ambiente e Ciências da Natureza+ Governo+ Indústria+ Política

O Estadão de ontem informou que o governo francês seria avisado, em breve, de que o caça Rafale seria escolhido. Em Brasília, a notícia foi entendida com reservas já que muitas questões estão em aberto. A própria escolha em um momento eleitoral é vista com cautela já que irá desagradar. Em especial, se o caça francês for escolhido. Tempos atrás, o favoritismo era inconteste. Hoje nem tanto. A lista de razões que atrapalham a escolha cresce a cada dia. Vamos a ela: Questão do Irã. O governo brasileiro se sentiu traído em sua boa-fé com a atitude da França em não apoiar as negociações do Brasil e Turquia com o Irã. O presidente Lula ficou especialmente ofendido e considerou uma deslealdade com um parceiro que se anunciava estratégico. O Preço do Rafale. Continua elevadíssimo. Tanto na compra quanto na hora voada. É mais do que o triplo do custo voado do Gripen. Rafale tem componente americanos. Surpresa total. Apos alardear ter componente 100% franceses, descobre-se que o Rafale também tem componentes americanos; Posição de Mangabeira Unger. Ferrenho defensor da opção francesa, Unger reviu seu posicionamento e já não acredita que o Rafale seja a melhor opção. O presidente Lula teria sido comunicado do fato. O apoio dos metalúrgicos. Com a promessa de fabricar partes de peças em São Bernardo e montagem final em Gavião Peixoto, o Gripen ganhou o apoio de Luiz Marinho, prefeito de São Bernardo, e dos metalúrgicos de São Paulo. Apoio da FIESP. O apoio dos metalúrgicos reforçou o apoio já existente da FIESP e da indústria aeroespacial brasileira que não considera o Rafale a melhor opção tecnológica A FAB foi obrigada a “engolir” um “relatório” feito no Ministério da Defesa justificando o Rafale. Os militares se sentirem desprestigiados e aumentaram, ainda mais, a resistência. A condução do processo. Vários setores do governo se mostram surpresos com a complicada condução do processo o que faz levantar suspeitas se as regras estabelecidas pela FAB tenham sido adequadamente seguidas. Com tudo isso, o cenário continua nebuloso e, possivelmente, a compra só vai ser definida no segundo semestre após as eleições. Por outro lado, mesmo que o resultado seja anunciado logo, o contrato só deverá ser assinado pelo futuro presidente. FONTE: Brasiliaemtemporeal POSTS RELACIONADOS: Boeing e Saab iniciam ofensiva contra escolha de caça francês Aliados e oposição acreditam que Lula deve deixar escolha ao sucessor Razões para o Rafale ficar em terceiro lugar, segundo Ilimar Franco F-X2: Amorim nega que presidente tenha errado sobre escolha do Rafale Jobim descarta preço para escolha de caça Jobim diz que escolha de caças está atrasada e sairá apenas em 2010 Suécia pede transparência do governo brasileiro no processo de escolha de caças Razões para comprar o Rafale, por Merialdo Escolha de avião não pode ser apenas pelo aspecto militar, diz Jobim Gripen ganha apoio heavy metal

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La guerra de la industria farmacéutica contra nuestra salud

Julho 21st, 2010 at 06:01am Under Indústria

La experimentación de sus medicamentos sobre las poblaciones ignorantes de los países en desarrollo, como Pfizer en Nigeria o GSK en América Latina, de forma totalmente ilegal pero con absoluta impuni.

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Venezuela y Cambios Políticos: La guerra de la industria …

Julho 20th, 2010 at 11:16am Under Indústria

En el libro del doctor Dirk Van Duppen La Guerre des Médicaments, descubrimos sin sorpresa que en el top 500 de las mayores empresas estadounidenses, la industria farmacéutica es la más rentable (Fortune 500) (4). …

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WINDOWS 7 support for the PROFIBUS PC boards DF PROFI II

Julho 19th, 2010 at 01:00am Under Indústria

Karlsruhe, 2010 – Today, more than ever, quickness and flexibility sought from automation’s different fields of application. To meet these requirements, the PROFIBUS product specialist COMSOFT, situated in Karlsruhe, Germany, …

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R-Series Plasma Treatment System

Julho 19th, 2010 at 01:00am Under Indústria

The R-Series plasma system from Nordson MARCH provides roll-to-roll processing of thick and thin film, fabrics and other web material. Plasma treats filter materials to increase wettability and decrease flow resistance. …

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Inductoheat Inc Ships Induction Billet Heating System to Supplier …

Julho 19th, 2010 at 01:00am Under Indústria

Inductoheat, Inc., has designed, manufactured and shipped a Uniforge® Induction Billet Heating System to a leading manufacturer of hand tools (hammers, wrenches and fubars…etc.). This machine was designed specifically for heating carbon …

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Reino Unido e França lançarão ‘ambicioso estudo de cooperação’

Julho 17th, 2010 at 02:35am Under Aeronáutica e Aeroespacial+ Governo+ Indústria

PARIS – Grã-Bretanha e França concordaram com um esforço conjunto para analisar quais capacidades de defesa os dois países podem compartilhar e quais os dois poderiam depender um do outro, numa tentativa de impulsionar a cooperação na Europa, disse o ministro da Defesa francês Hervé Morin aos membros do parlamento do Reino Unido. “Decidimos, em conjunto com meu homólogo inglês, lançar uma operação muito ambiciosa”, disse Morin ao Comitê Parlamentar de Defesa aos 7 de julho, segundo a ata oficial da reunião. “O novo governo britânico quer que analisemos de forma muito detalhada quais são as competências e os meios que cada um dos dois países devem reter completa soberania, quais podem ser agrupados, e quais pode haver interdependência”, disse ele. O trabalho do lado francês deve ser concluído até o final de julho, disse Morin. “Vamos comparar nossas notas em novembro”, disse. “Os britânicos estão prontos para encarar a cooperação, mesmo em assuntos altamente confidenciais”. “Uma das soluções que podemos imaginar em lidar com a redução de capacidades é considerar um reforço da cooperação operacional com alguns dos nossos parceiros europeus, nomeadamente o Reino Unido, que é confrontado com o mesmo dilema que nós”, disse. O governo britânico está comprometido a publicar a sua defesa estratégica e análise de segurança em 20 de outubro, enquanto que um documento separado de estratégia de defesa industrial está previsto para o próximo ano. Morin disse que uma das áreas de cooperação é reabastecimento aéreo. “Para os reabastecedores aéreos MRTT (Multi-Role Tanker Transport) tentaremos elaborar um plano comum com os britânicos”, disse. A França está postergando inúmeros programas, incluindo um pedido de 14 aeronaves MRTT, em um esforço para cortar €3,5 bilhões (US$ 4,5 bilhões) do orçamento de defesa ao longo dos próximos três anos. Um pedido para uma frota de reabastecedores novos valeria cerca de €4,2 bilhões, baseado em um valor estimado de 300 milhões de euros por Airbus A330 na versão militarizada MRTT. Entre os programas que deverão ser atrasados está o sistema de satélite Ceres de inteligência electrónica, disse. Como parte do orçamento, o governo assumiu que haverá vendas de exportação do Rafale, o que permitiria uma pausa de dois anos de encomendas no mercado interno do caça-bombardeiro, disse Morin. “Espero que esta meta seja alcançada, pois será extremamente difícil encontrar medidas que atenuem a situação”, disse. Ele disse que o principal risco é a ausência das vendas externas do Rafale. A Dassault Aviation deve entregar 11 aeronaves Rafale por ano para manter sua linha de produção trabalhando em um ritmo econômico viável, e se o governo francês tivesse que encomendar unidades para compensar uma lacuna nas exportações, um adicional de €1 bilhão seria necessário. Esse potencial incremento de financiamento foi a razão pela qual o governo decidiu adiar a atualização de cerca de 70 Mirage 2000D, caças-bombardeiros de uma variante de defesa aérea, disse. A falta de uma ameaça imediata ao espaço aéreo francês e a disponibilidade de Mirages significa que um atraso nas encomendas do Rafale representaria pouco perigo para a segurança nacional, mas colocaria problemas para a indústria, disse ele. O trabalho nos Mirage custaria cerca de €700 milhões, segundo a Força Aérea Francesa. Na potencial decisão de adquirir os UAV Reaper dos Estados Unidos, o Serviço de Aquisições da “Délégation Générale pour l’Armement” (AGD), projetou um custo de €1,5 bilhões na oferta francesa líder para um drone comparável, enquanto que o produto americano custaria cerca de 700 milhões de euros, disse Morin. Há uma contradição entre uma empresa francesa que pede ao governo ajuda na exportação dos seus produtos, e ao mesmo tempo, pede ao Estado para comprar algo que custará €800 milhões a mais do que seu concorrente, ele disse. Quanto aos mísseis, a França ofereceu-se para vender o míssil de longo alcance Meteor para os Emirados Árabes Unidos, disse Morin. Paris e Abu Dhabi estão em conversações detalhadas sobre o co-desenvolvimento de uma versão avançada do Rafale, incluindo um motor M88 com 9 ton de empuxo e melhor radar de varredura eletrônica e suíte de guerra eletrônica” Outros programas a serem adiados, por conta dos cortes de custeio são a implementação do nível quatro do SCCOA sistema aéreo de comando e controle, no valor de cerca de €500 milhões em novos radares, e alguns elementos do programa Scorpion de modernização do armamento de terra, segundo Morin. FONTE : Defensenews / TRADUÇÃO : Vader POSTS RELACIONADOS: França está ‘otimista’ sobre venda de Rafale ao Brasil Rafale na França: 60 para a Marinha e a Força Aérea Compra de caças Rafale ampliará cooperação tecnológica com a Embraer Rafale: destaques da cooperação e transferência tecnológica ao Brasil França oferece montagem do Rafale aos Emirados Queda dos Rafales: França informa ao Brasil as possíveis causas França tenta apressar venda dos caças Rafale ao Brasil França e Kuwait próximos a concluir acordo sobre o Rafale O Rafale, a França e a transferência de tecnologia França encontra corpo de piloto desaparecido

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Controle de qualidade, você faz?

Julho 15th, 2010 at 07:49pm Under Fotografia+ Humor+ Indústria

Este artigo é sobre um tema que converso com meus alunos e com outros fotógrafos profissionais, e quanto mais levanto este assunto mais vejo que é totalmente incomum fotógrafos realizarem algum tipo de controle de qualidade sobre seu próprio trabalho. Quando eu falo em qualidade e ter algum controle sobre ela, não me refiro a olhar para as fotos e achá-las bonitas ou feias, bem compostas ou não, apagar as que não nos agradam e manter aquelas que nos fazem ter orgulho do momento captado, não é isso. Estou me referindo a controle de qualidade preciso, mais próximo ao que é praticado pela indústria. O lado mais matemático e estatístico de um sistema de controle que normalmente é evitado ou desconhecido por fotógrafos. A idéia é estabelecer um grupo de critérios e realizar uma contagem sobre eles, descobrindo porcentagens de erros e acertos para cada um em todos os trabalhos que você faz, ao longo do tempo você terá dados para saber onde erra mais e em quais assuntos você deve se aprimorar e corrigir as falhas. Parece complicado mas não é, veja um exemplo de como proceder para implantar um eficiente sistema de qualidade em seu trabalho fotográfico: Selecione alguns critérios técnicos, estes são sempre matemáticos, pouco afetados pela subjetividades do gostar ou não gostar. Os critérios básicos são foco, profundidade de campo , tremidos (tempo de obturador), exposição (fotometria), ruído de imagem (ISO) e balanço de branco (cor). Com estes critérios você sabe se sua foto está focada, se a nitidez da área da profundidade de campo está adequada (e consequentemente se a escolha do diafragma foi correta), se há tremidos (e consequentemente se escolheu o tempo de obturador correto), se o ruído de imagem não prejudica a fotografia (para saber se sua escolha de ISO foi adequada) e por fim se as cores são o que deveriam ser, devido a correta ou equivocada escolha de balanço de branco (white balance). Coloque os critérios em uma planilha e faça uma contagem para lotes de 100 fotografias. Em cada 100 imagens, verifique quantos erros em cada aspecto técnico, some o total de falhas para ter usa porcentagem sobre o total de fotos. Se em um lote de 100 imagens você errou, por exemplo, o foco de uma, detectou tremidos em três e teve cores ruins em dez, podemos concluir que é necessário treinar mais o balanço de branco e ter mais atenção com o tempo do obturador, no foco você parece ter uma boa precisão. Ao somarmos os resultados vemos que você cometeu 14 erros, ou seja, 14% das imagens não tem qualidade para serem entregues ao cliente. Eu defendo que uma margem de erro de 1% é uma boa margem para fotógrafos iniciantes . Em cada 100 fotos, você pode errar apenas um aspecto técnico e uma única vez, tendo acertado todos os outros, algo como ter uma foto tremida enquanto as outras 99 estão bem focadas, bem expostas e com as cores adequadas. Para que o controle dê certo e você tenha real conhecimento sobre suas falhas técnicas, esqueça que sua câmera tem um botão para apagar imagens, não apague, deixe para fazer isso em casa ao verificar o trabalho no computador. Complete sua planilha e assim tenha real noção de seus erros. Na primeira vez em que realizar este controle levará um susto, perceberá que erra muito mais do que imagina, mas terá encontrado uma forma para guiar seus treinos e estudos para se tornar cada vez mais preciso e eficiente. Recentemente fiz um trabalho que durou uma semana, e em seu todo teve pouco mais de 600 fotografias feitas. Destas, errei o tempo de obturador de uma, apenas uma que teve de ser apagada pois estava tremida. A câmera estava no tripé, mas ou esbarrei nele ou a trepidação de algum caminhão passando na rua gerou o movimento. Tudo o mais estava certo. Pensei comigo: “ é apenas uma, errar é humano e ter falhado uma vez em mais de 600 é um bom resultado ”. Com este raciocínio em mente gravei o DVD com as fotos, imprimi as provas e levei para o cliente. Após dez ou quinze minutos examinando o material ele levanta os olhos e diz “ estou sentindo falta de uma fotografia, que mostre melhor esta parte da empresa ”. Era aquela foto, a tremida, maldita tremida. O trabalho inteiro foi aprovado com elogios, mas faltava uma. Entendi que mesmo um aparentemente ótimo resultado estatístico pode não ser suficiente e isto me fez ficar ainda mais atento. Quando fiz a planilha pela primeira vez, há cinco ou seis anos, eu tinha uma margem de erro de quase 10%, ali defini uma meta de em um ano baixar para 1%. Treinei, estudei e procurei melhorar minha concentração a cada trabalho. Ao final do período eu tinha atingido o objetivo de ter apenas 1% de erro técnico, aí resolvi ir além e estabelecer outra meta, de 0,50%, depois 0,25%, ou seja, uma foto errada em cada 400 feitas. Quando atingi essa meta parei de realizar o controle até que chegou esse trabalho. Uma em 600 não foi suficiente. Voltei às metas e a que quero atingir é ambiciosa, errar apenas uma em cada 1000 fotos. Muitos podem apontar que ter uma foto tecnicamente perfeita não significa ter uma boa foto em mãos, e também podem dizer que uma excelente fotografia pode não estar perfeita dentro dos conceitos técnicos. Isso é verdade, há momentos em que você não terá tempo para um ajuste ideal e deverá conseguir a foto do jeito que for possível pois é melhor ter a imagem captada do que perder um momento que nunca irá se repetir, mas mesmo isso não impede que tentemos atingir a perfeição técnica, devemos aqui nos inspirar nos grandes esportistas, casos em que um milésimo de segundo ou um milímetro faz toda a diferença entre uma medalha de ouro ou uma derrota. Por fim, devo dizer que é possível ter um controle de qualidade paralelo, sobre aspectos subjetivos como a estética, composição, a beleza das imagens, mas tenha a clareza de que controlar estatisticamente critérios subjetivos é mais complexo do que parece, uma boa foto hoje pode deixar de ser daqui um ano ou dois, depende de modas, de seu estado de espírito ou humor na hora em que verifica as fotos. Viaduto do Chá e Shopping Light (9 fotos) por  Armando Vernaglia E você, adota algum controle de qualidade? Qual seu método? Comente, pergunte, opine, vamos trocar idéias para que todos possam melhorar seus trabalhos. Voltamos a nos falar em 30 dias! []’s Armando Vernaglia Jr E-mail: contato@vernaglia.com.br Site: www.vernaglia.com.br Blog: armandovernaglia.wordpress.com Twitter: @VernagliaJr O Fotografia DG não se responsabiliza pelas opiniões emitidas e imagens divulgadas pelos seus Colunistas”.

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História da fotografia no Brasil

Julho 14th, 2010 at 01:18pm Under Cinema+ Comércio+ Fotografia+ Geral+ História+ Humor+ Indústria+ Jornais+ Medicina+ Morte+ Revistas+ Sociedade

Como tudo começou… A segunda metade do século XIX acordou com a proliferação de uma invenção que soube, definitivamente, marcar o advento de um novo tempo. A pequena caixa de madeira, criada por Louis Mande Daguerre , em 1839, conseguiu realizar um sonho desejado há milênios. O homem conquistou um novo passo para a eternidade. Seu registro, após séculos de tentativas, adquiriu a dinâmica da reprodução do real. Louis Daguerre, 1839 De todas as manifestações artísticas, a fotografia foi a primeira a surgir dentro do sistema industrial. Seu nascimento só imaginável frente à possibilidade da reprodução. Pode-se afirmar que a fotografia não poderia existir conforme a conhecemos, sem o advento da indústria. Buscando atingir a todos. Por meio de novos produtos culturais, ela possibilitou a maior democratização do saber. A fotografia, enquanto princípio fundamental já fora descrita por Platão na Antiga Grécia que, ao se encontrar no interior de uma caverna escura, viu imagens projetadas em sua parede. Mesmo no Antigo Oriente, um árabe conhecido por Alhazen mencionava uma “tenda às escuras”, dentro da qual se podia observar o eclipse solar. O sonho de poder embalsamar as imagens perdidas no tempo só se transformaria em realidade, apesar de todos os esforços, com o advento do Renascimento Cultural, na Europa. Em um quarto escuro, com um minúsculo orifício em uma de sua faces, o artista da época descobria como facilitar seu trabalho mimético, contornando com pincel a imagem refletida na parede oposta. Adaptar uma lente para “dar mais força à luz”, foi quase um nada, e o passo seguinte foi simplificar o suplício que era a caixa da câmera em si: torná-la mais leve e desmontável, e com o passar do tempo, reduzir seu tamanho, para garantir a melhor produção do artista. Nadar, um dos melhores fotógrafos parisienses, em auto-retrato, em meados do século XIX Nadar Félix, aparece logo após o advento da fotografia, como o melhor fotografo de sua época. Nadar, pseudónimo de Gaspard-Félix Tournachon (Paris, 5 de Abril de 1820 – Paris, 21 de Março de 1910) foi o fotógrafo, caricaturista e jornalista francês. E também o melhor fotografo retratista de seu período. Estudou medicina em Lyon, França, mas devido à falência da editora do pai teve que abandonar os estudos e começar a trabalhar. Começou por escrever para jornais assinando os seus artigos com o pseudónimo «Nadar». Em 1842 foi viver para Paris, tendo começado por vender caricaturas aos jornais humorísticos.No princípio dos anos 50, Nadar já era considerado um fotógrafo de mérito, tendo mesmo aberto um estúdio. Começou a ser conhecido devido às suas ações espectaculares. Mandou pintar o edifício onde se encontrava seu estúdio  e colocou na fachada um painel de 15 metros com o seu nome. O edifício, no boulevard des Capucines, no centro dos Grands Boulevards, tornou-se uma local de referência e o estúdio um ponto de encontro dos intelectuais parisienses. Em 1854 acabou o seu primeiro «PanthéonNadar», um conjunto de dois painéis gigantes apresentando caricaturas de parisienses conhecidos. Foi ao preparar o seu segundo «PanthéonNadar», que começou a fotografar as personagens que tencionava caricaturar. É por isso que os retratos do ilustrador Gustave Doré e do poeta Charles Baudelaire, assim como os do escritor Théophile Gautier e do pintor Eugène Delacroix, todos realizados por volta de 1855, têm uma pose natural, que contrastava com as poses hirtas e formais dos retratos da época. Nadar era um inovador e em 1855 patenteou a idéia de utilizar a fotografia aérea na cartografia. Tipo de fotografia que só conseguiu realizar três anos depois, em 1858, quando conseguiu tirar a primeira fotografia aérea de sempre de um balão. Por volta de 1863, Nadar construíu um enorme balão de ar quente, com cerca de 6000 m3, chamado Le Géant (“O Gigante”), inspirando Júlio Verne na sua obra Cinq semaines en ballon (Cinco Semanas em Balão). Foi criada a “The Society for the Encouragement of Aerial Locomotion by Means of Heavier than Air Machines”, com Nadar como presidente, e Júlio Verne como secretário. Em Abril de 1874, cedeu o seu estúdio de fotografia a um grupo de pintores (Monet, Renoir, Pissarro, Sisley, Cézanne, Berthe Morisot e Edgar Degas), numa altura em que o impressionismo era rejeitado pela crítica, o que lhes possibilitou apresentarem a primeira exposição de impressionismo, sem ser no Salon des Refusés (Salão dos Recusados). Em 1885, fotografou Victor Hugo na sua cama, aquando a sua morte. É referido como sendo o autor (em 1886) da primeira “ entrevista fotográfica ” (do químico Michel Eugène Chevreul). Tirou também fotografias com motivos eróticos. A nova invenção veio para ficar… A nova invenção veio para ficar. A Europa se viu aos poucos, substituída por sua imagem fotográfica. O mundo tornou-se, assim portátil e ilustrado. O homem moderno diante desse novo cenário, não tinha mais tempo para ler. Tinha que ver para crer! Não podia mais contar com a lentidão e imperfeição das imagens produzidas artesanalmente por desenhistas e pintores de sua época. A chegada da fotografia no Brasil Enquanto a Europa durante o período do século XIX passava por profundas revoluções no universo artístico, cultural, intelectual e mesmo na essência humanística, no Brasil o invento de Daguerre era recebido com outra conotação. Poucos meses se passaram da tarde de 19 de agosto de 1839, quando a invenção foi consagrada em Paris, para que a fotografia chegasse ao Rio de Janeiro em 16.01.1840, trazida pelo Abade Louis Compte, de posse de todo o material necessário para a tomada de vários daguerreótipos, conforme ilustra o Jornal do Commércio deste período: “ É  preciso ter visto a cousa com os seus próprios olhos para se fazer idéia da rapidez e do resultado da operação. Em menos de 9 minutos, o chafariz do Largo do Paço, a Praça. do Peixe e todos os objetos circunstantes se achavam reproduzidos com tal fidelidade, precisão e minuciosidade, que bem se via que a cousa tinha sido feita pela mão da natureza, e quase sem a intervenção do artista. ” (Jornal do Comércio, 17.01.1840,p.2) Foto: Abade Louis Compte, Rio de Janeiro, 1840 Afastados geograficamente das metrópoles, o estágio de desenvolvimento do país era bem inferior àqueles das metrópoles européias. As novidades aqui eram muito bem recebidas, tornando- se moda num prazo bem curto de tempo. Os debates na Europa em relação a validade ou não da fotografia enquanto manifestação artística, comparada à pintura, não encontrariam espaço no Brasil durante as primeiras décadas. A sociedade brasileira do período do Império estava mais preocupada em usufruir a nova técnica, conhecida até então teoricamente, em se deixar fotografar do que em refletir sobre os aspectos artísticos e culturais do novo invento. O Brasil desta época, agrário e escravocrata, tinha a sua economia voltada para a cultura do café, visando exclusivamente o mercado externo e dependendo dele para importações de outros produtos. A sociedade dominante ainda cultuava padrões e valores estéticos arcaicos, puramente acadêmicos, já ultrapassados em seus respectivos países de origem, que só seriam questionados e combatidos com a Semana de Arte Moderna de 1922. Os Senhores do Café e a sociedade como um todo, tinham uma visão de mundo infinitamente estreita e só poderiam conceber a fotografia como mágica divertida, mais uma invenção européia maluca! D. Pedro II e familia A fotografia brasileira, de D. Pedro II a Santos Dumont Em 21 de Janeiro do mesmo ano, Compte dava uma demonstração especial para o Imperador D .Pedro II, registrando alguns aspectos da fachada do Paço e algumas vistas ao seu redor. Estes e muitos outros originais se perderam e já em novembro, surgem os primeiros classificados da venda de equipamentos fotográficos na Rua do Ouvidor, 90-A.. Desde o dia que Compte registrou as primeiras imagens no Rio de Janeiro, D Pedro II se interessou profundamente pela fotografia, sendo o primeiro fotografo brasileiro com menos que 15 anos de idade. Tornou-se praticante, colecionador e mecenas da nova arte. Trouxe os melhores fotógrafos da Europa, patrocinou grande exposições, promoveu a arte fotográfica brasileira e difundiu a nova técnica por todo o Brasil. Os profissionais liberais da época, grandes comerciantes e outros donos de uma situação financeira abastada, já podiam se dedicar à fotografia em suas horas vagas. Para essa nova classe urbana em ascensão, carente de símbolos que a identificassem socialmente, a fotografia veio bem a calhar criando-lhe uma forte identidade cultural. O grande exemplo disso foi o jovem Santos Dumont. Em suas constantes idas a Paris, Dumont apaixona-se por fotografia e compra seu primeiro equipamento fotográfico. Santos Dumont De volta ao Brasil, monta seu laboratório e aos poucos vai demonstrando interesse em registrar o vôo dos pássaros até conceber os primeiros princípios da aviação. Daí para chegar ao 14 Bis e ao Relógio de Pulso foi um pequeno passo… A descoberta isolada no Brasil Por mais paradoxal que seja, foi justamente dentro desse cenário que o Brasil, do outro lado do Atlântico, disparava na frente das grandes metrópoles européias, descobrindo a fotografia no interior do Estado de São Paulo, em 15 de agosto de 1832. A quase inexistência de recursos para impressão gráfica daquela época, levou Hércules Romuald Florence, desenhista francês, radicado no Brasil, a realizar pesquisas para encontrar fórmulas alternativas de impressão por meio da luz solar. Francês, natural de Nice, Florence chegou ao Brasil em 1824 e durante os 55 anos que aqui viveu até a sua morte, na antiga Vila de São Carlos – Atual Campinas/SP, dedicou-se a uma série de invenções. Entre 1825 e 1829, participou como desenhista de uma expedição científica, para registrar a Fauna e Flora Brasileira, chefiada pelo Barão Georg Heirich von Langsdorff, cônsul geral da Rússia no Brasil. De volta da expedição, Florence casou-se com Maria Angélica Alvares Machado e Vasconcelos, em 1830. Durante a década de 30, Florence deu sentido prático á sua descoberta que ele próprio denominou de  “Photographie”:  imprimia fotograficamente diplomas maçônicos, rótulos de medicamentos, bem como fotografara desde 1832 alguns aspectos de sua Vila, isto é, cinco anos antes do Inglês John Herschel, a quem a história sempre atribuiu o mérito de ter criado o vocábulo. Hercules Florence Em 1833 Florence aprimora seu invento, e passa a fotografar com chapa de vidro e papel pré-sensibilizado para contato. Foi o primeiro a usar a técnica “Negativo/Positivo” empregado até hoje. Enfim, totalmente isolado, contando apenas com os seus conhecimentos e habilidade, e sem saber as conquistas de seus contemporâneos europeus, Népce, Daguerre e Talbot, Florence obteve em terras brasileiras o primeiro resultado fotográfico da história. O Nitrato de Prata, agente sensibilizante e princípio ativo da invenção de Florence, tinha um pequeno inconveniente: a imagem após revelada, passava por uma solução “fixadora” que removia os sais não revelados, mantendo a durabilidade da imagem. Constatou que a amônia além de ter essa função, também reagia com os sais oxidados durante a revelação, rebaixando o contraste da imagem final. Conforme seu diário passou a usar a urina, rico em amônia como fixador “fiz isso por acaso”! De fato, um dia enquanto revelava, esqueceu e preparar o Fixador tradicional. Como a vontade e urina apareceram de rependente, não poderia abrir a porta de seu laboratório, com risco de velar seus filmes. Acabou urinando em uma banheira e na confusão, acidentalmente passou suas chapas para lá. Além de descobrir a própria fotografia, descobriu também o processo mais adequado para a fixação da imagem, que atualmente foi substituído pelo “Tiossulfato de Amônia” utilizado atualmente na fotografia Preto & Branco, Colorida, Cinema, Artes Gráficas e Radiologia. Alguns exemplares de Florence existem até hoje, e podem ser vistos no Museu da Imagem e do Som, SP. Sua contribuição, entretanto, só ficou sendo conhecida pelos habitantes de sua cidade, e por algumas pessoas na Capital de São Paulo e Rio de Janeiro, não surtindo, na época, qualquer outro tipo de efeito, conforme exaustivas pesquisas e investigações do Historiador Boris Kossoy.

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New Ultrasonic Hand Tacker HT35-2

Julho 14th, 2010 at 02:30am Under Indústria

The new ultrasonic Hand Tacker HT35-2 is the manual welding unit you have been waiting for! The ergonomic device with automatic triggering is perfectly suitable for the welding of synthetical textiles, nonwovens, plastic foils, …

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Axial Flow Fans Direct Driven Axial Flow Fans

Julho 14th, 2010 at 02:30am Under Indústria

We offer long and short cased Axial Flow and plate mounted axials to suit all requirements and applications. Our standard long cased axials feature a galvanised finish with rolled flanges and a range of accessories to suit (mounting …

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FRENCH® Offers VISION Hydraulic Press for Custom Orthopedic Devices

Julho 14th, 2010 at 02:30am Under Indústria

Piqua, Ohio (April 9, 2010) – French built its reputation by manufacturing rugged, low-deflection production presses. That engineering vision has been applied to the VISION™ Series, creating a small machine with the features and …

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Digital manifold for tough applications on refrigeration systems …

Julho 14th, 2010 at 02:30am Under Indústria

Saves time in service, maintenance and commissioning Especially in the fields of service and maintenance, but also when commissioning systems, time is of the essence, and expensive. In the future, the new digital manifold from the …

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La industria del cómic hasta 1930 (II) « Cómics en Sigue al conejo …

Julho 13th, 2010 at 07:00am Under Indústria

La industria del cómic hasta 1930 (II). tebeotopia 13 de Julio de 2010. No hay comentarios ». La segunda metamorfosis se producirá alrededor de 1915. Hablamos del nacimiento de los “Sindicates“. Los “sindicatos” son agencias que …

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Justin Bieber: No seré alto por culpa de la industria musical …

Julho 11th, 2010 at 02:45am Under Indústria+ Música

Justin Bieber es la sensación adolescente del pop juvenil y algo destacable es que su carrera musical está en un increíble ascenso. ¿Pero qué decir acerca de su estatura? El cantante de Baby, señaló que la industria de la música sería …

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Incubators for water quality test

Julho 10th, 2010 at 12:00am Under Indústria

Soon, the beach! Hoist with complete peace of mind the Pavillon Bleu, guarantee of an exemplary quality of environmental water. Our incubators are completely adapted to: tests of embryos and larvae of bivalves, detection broths, …

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Type 200 Precision Air Relay

Julho 10th, 2010 at 12:00am Under Indústria

Pilot operated, multi-stage 1:1 relay. The Type 200 Precision Air Relay is a pilot operated, multi-stage 1:1 relay with a positive and negative bias adjustment capability. It accurately reproduces a signal pressure plus or minus the …

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NyoMag — NdFeB Magnets for Wind Turbine –

Julho 10th, 2010 at 12:00am Under Indústria

Nyomag, it’s a range of high performance sintered Neodymium Iron Bore magnets, particularly indicated for Mini/ Micro Wind Generators , Wind Turbines and Electric Motors. For these applications we have studied different types of …

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