Aeronáutica e Aeroespacial
Agosto 31st, 2010 at 01:28pm
Under Aeronáutica e Aeroespacial+ Geral+ Saúde+ Serviços
Virgínia Silveira O trauma deixado pela crise na aviação mundial, iniciada no segundo semestre de 2008, provocou uma reação em cadeia nas empresas brasileiras fornecedoras do setor. Para reduzir o nível de dependência da Embraer, a principal contratante do segmento e que, por conta da retração da demanda, foi obrigada a reduzir seus pedidos aos fornecedores, as empresas investiram para ganhar competência e poder disputar novos negócios no Brasil e no exterior. O programa de internacionalização das empresas que compõem o polo aeroespacial brasileiro, um universo formado por 130 pequenas e médias empresas e 5 mil funcionários, já vem dando frutos e das 54 que foram monitoradas de perto pelo Cecompi (Centro para a Competitividade e Inovação do Cone Leste Paulista), seis estão exportando regularmente para países como França, Canadá e Alemanha. “A crise teve um lado positivo porque mostrou às empresas que a diversificação da carteira de clientes e de produtos era uma saída para quem desejasse permanecer nesse mercado”, disse Agliberto Chagas, gerente-executivo do Cecompi. Segundo Chagas, a divulgação das empresas brasileiras no exterior, consolidada com o lançamento da marca Brazilian Aerospace Cluster, em 2009, foi também resultado de uma série de missões empresariais feitas a países como França, Canadá, Inglaterra e Alemanha, além de visitas às principais feiras de negócios relacionadas ao setor aeroespacial. “A marca é hoje bastante conhecida e já temos relacionamento com mais de 15 países e 500 empresas estão cadastradas no nosso banco de dados como potenciais clientes”, afirma o gerente do Cecompi. Graças aos novos contatos, a Avionics Services, por exemplo, está concluindo uma negociação importante com uma grande empresa europeia do setor aeronáutico, que ainda não pode ser revelada. “Vamos continuar investindo no mercado externo que tem dado um retorno bastante satisfatório para a empresa, a ponto de não estarmos conseguindo atender a demanda”, comenta um dos diretores da empresa, Antônio José Rodrigues. Os principais negócios, segundo ele, tem sido nas áreas de iluminação, painel de controle, equipamentos eletrônicos e modernização de aeronaves. A Embraer, segundo Rodrigues, é um cliente importante, mas representa apenas 30% da receita, que este ano deve crescer entre 10% e 15%. Há quatro anos, a Embraer chegou a representar 86% do faturamento da Avionics, que em 2009 foi de R$ 16 milhões. Entre os novos negócios que contribuíram para aumentar a receita da empresa, segundo o diretor, está o contrato de modernização de 54 de aeronaves Bandeirante da Força Aérea Brasileira (FAB) e a instalação de um sistema de internet para o avião presidencial. Para atender aos pedidos dos novos clientes, segundo Rodrigues, a Avionics precisará contratar este ano mais 20 funcionários. Há 15 anos no mercado, a Avionics também produz equipamentos eletrônicos que estão instalados em toda a linha de jatos comerciais da Embraer. Além de representação comercial de vários fornecedores estrangeiros, a empresa está capacitada ainda para desenvolver, instalar e certificar qualquer projeto de sistema aviônico em aviões, sejam eles civis ou militares. Com quase 100% de dependência da Embraer até o ano passado, a Jet Star precisou se reinventar para continuar no mercado. “Em 2010 a Embraer responderá por 60% da nossa receita e o restante virá de contratos como o de fornecimento de interiores para helicópteros, produção de mockups de aeronaves e prestação de serviços de móveis para interiores de aviões”, disse. “Continuamos a trabalhar com a Embraer, mas também intensificamos a prestação de serviços de manutenção de interiores de aeronaves e o desenvolvimento de novos produtos para atender outros mercados”, comenta. Entre eles, está o de materiais especiais para iates e embarcações em geral. A Jet Star mantém uma parceria com a empresa americana Nordam e produz, sob licença, toda a parte de mobília para o jato executivo Legacy 650, da Embraer. FONTE : Valor Econômico POSTS RELACIONADOS: Área de defesa ajuda fornecedor da Embraer a superar crise China pressiona Embraer para produzir modelos maiores em seu território Embraer está prestes a fechar outra grande venda de Super Tucanos, desta vez na Ásia Embraer participará de licitação da United Embraer nega irregularidades na venda de aeronaves para Argentina Embraer comemora 15 anos de privatização Embraer vai dobrar vendas no País F-X2: Boeing fechará parceria com a Embraer caso F-18 seja escolhido Embraer mostra saúde financeira Participação da Embraer no mercado de aviação executiva
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Agosto 31st, 2010 at 09:59am
Under Aeronáutica e Aeroespacial+ Emprego
Companhia aérea pagará aluguéis semestrais para o banco por 12 anos O banco Santander vai comprar aviões Embraer e alugá-los para a companhia aérea Azul. No total, o negócio com a comercialização dos seis jatos 195 vai somar R$ 250 milhões, anunciou nesta segunda-feira a instituição. De acordo com o Santander, a operação terá 80% de financiamento do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Pelo modelo, chamado de spanish leasing, a companhia aérea pagará aluguéis semestrais para o Santander por 12 anos, que é o prazo de amortização do empréstimo do BNDES. Ao final do período, o banco terá a opção de vender as aeronaves ou negociar com a Azul para continuar a alugá-las. Segundo a instituição, a operação irá ter impacto na geração de empregos, com 100 novas vagas diretas e 300 indiretas. FONTE: Portugal Digital POSTS RELACIONADOS: Embraer entrega primerio E-195 para a Lufthansa Embraer anuncia novas vendas para a ‘Azul’ em Farnborough … Azul investe US$ 20 milhões em simulador de voos Azul vai comprar aviões turboélices na Europa Mercado prevê melhora para Embraer BNDES concede U$ 640 milhões para Aerolíneas Embraer assina acordo para financiamento e leasing na China Para AFP, Embraer e Sukhoi são vencedoras Embraer nega irregularidades na venda de aeronaves para Argentina China pressiona Embraer para produzir modelos maiores em seu território
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Agosto 30th, 2010 at 05:35pm
Under Aeronáutica e Aeroespacial+ Indústria
Os custos operacionais do Eurofighter são significativamente maiores do que o esperado, com o preço de € 73.992 por hora de voo, quase o dobro do inicialmente previsto. O Tornado, avião mais caro da Luftwaffe, custa € 43.000 por hora. Muito mais caros do que se pensava, também são os voos da Força Aérea, feitos para a indústria alemã. Em fevereiro de 2009, três Eurofighter participaram do show Aero Índia 2009, pois a Índia planeja comprar 126 novos aviões de combate e o Eurofighter está na competição. O vôo promocional durou 96 horas e custou € 7,1 milhões. A Luftwaffe pediu € 180.000 e o restante foi pago pelo contribuinte. A viagem fazia parte do programa de vôo normal, por isso a Força Aérea justificou o custo. Este ano, o Eurofighter está sendo testado na Índia. A aeronave é da Luftwaffe novamente. FONTE : Spielgel Online NOTA DO PODER AÉREO : o jornalista alemão dividiu o total de € 7,1 milhões por 96 horas, o que dá € 73.992/h. Mas esqueceu de dividir o valor por 3 aviões, o que daria € 24.664 euros/h. Mesmo assim, é um custo alto para um caça, talvez o valor total inclua outras gastos da apresentação na Índia. POSTS RELACIONADOS: Força Aérea Italiana bate recorde operacional com o Eurofighter Typhoons alemães interceptam AN-72 russo ‘Eurofighter’: 200 aeronaves em serviço 1.000 horas de Eurofighter na Áustria Acidente de Eurofighter na Espanha vitima piloto saudita, em treinamento £865 milhões para manter as turbinas dos Eurofighter da RAF A arsenal do Eurofighter Typhoon Força Aérea Italiana equipa seu quarto esquadrão com o Eurofighter OpEval do Eurofighter Para a Eurofighter, F-35 não é caça
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Agosto 24th, 2010 at 09:23pm
Under Aeronáutica e Aeroespacial+ Emprego+ Governo
São José dos Campos, 24 de agosto de 2010 – A Embraer participou de cerimônia ocorrida hoje, em Santiago, no Chile, quando os Ministros da Defesa do Brasil e do Chile assinaram Declaração de Intenções para a participação do Chile no programa do jato de transporte militar KC-390. Com base neste acordo, a Empresa Nacional de Aeronáutica (Enaer), do Chile, engajase nas discussões sobre a participação no desenvolvimento do avião e no fornecimento de parte da estrutura. A declaração também marca o início das negociações visando à futura aquisição de seis aeronaves KC-390 para equipar a Força Aérea do Chile (FACH). “Tivemos recentemente uma mostra inequívoca de apoio do governo brasileiro ao KC-390, com a declaração de intenção de aquisição inicial de 28 unidades por parte da Força Aérea Brasileira (FAB). É com grande satisfação que vemos o Chile juntar-se nesta direção”, disse Orlando José Ferreira Neto, Vice-Presidente Executivo da Embraer para o Mercado de Defesa. “Temos um ótimo relacionamento com a Enaer e esperamos expandi-lo ainda mais por meio desta parceria, que não somente demonstra o apreço do governo chileno pelo KC-390, que consideramos um produto vencedor, mas também o interesse mútuo em integrar as bases industriais de defesa dos dois países.” A bem-sucedida parceria industrial entre Brasil e Chile remonta à década de 1990, quando a Enaer começou a destacar-se como fornecedora de estruturas para o jato regional ERJ 145, com 50 assentos, fabricado pela Embraer. Em 2008, a FACH encomendou 12 aviões Super Tucano da Embraer para missões de treinamento tático de pilotos, todos já entregues e em operação. “Vemos com muita satisfação e orgulho que a qualidade do trabalho realizado por nossos profissionais seja reconhecida, permitindo-nos assim participar deste novo e relevante programa de produção de uma aeronave como o KC-390”, afirmou o Diretor-Executivo da ENAER, General Pedro Bascuñan. “A participação no projeto não beneficia apenas a Embraer e a ENAER, mas a ambos países, ao gerar fontes de emprego e impulsionar o desenvolvimento industrial. A possibilidade de trabalhar conjuntamente no programa KC-390 se apresenta como uma interessante alternativa para fomentar a fabricação de estruturas aeronáuticas em nossas instalações. Agradecemos o interesse mostrado pela Embraer de trabalhar conosco cada vez que inicia o desenvolvimento de novas aeronaves, sejam civis, comerciais ou militares.” No último mês de julho, no Show Aéreo Internacional Farnborough, na Inglaterra, a Embraer e a FAB divulgaram uma intenção de compra inicial, pelo governo brasileiro, de 28 jatos KC-390 para renovação da frota. O acordo anunciado hoje marca uma nova etapa no relacionamento entre os dois países e entre a Embraer e Enaer. FONTE / IMAGEM: Embraer VEJA TAMBÉM: Nelson Jobim anuncia acordo com Chile para produção de KC-390 FAB e Embraer anunciam previsão inicial de aquisição do KC-390 Em Farnborough, Embraer mostra confiança no sucesso do KC-390 Sem posts relacionados.
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Agosto 24th, 2010 at 07:51pm
Under Aeronáutica e Aeroespacial
Custos altos das novas tecnologias, atrasos nos programas e o famoso “fighter gap” podem ressuscitar a produção do F-15 e do F-16 para a USAF O que muitos já sinalizavam como uma provável possibilidade agora parece que está tomando forma. O Government Accountability Office (GAO), conhecido como “o braço investigativo do Congresso americano” e “cão de guarda do Congresso”, fez um relatório sobre as opções das Forças Armadas dos EUA na questão da aviação de combate tática. Dentre as opções da USAF para resolver o problema do “fighter gap”, expostas em dois relatórios da força, temos a modernização dos F-16, o aumento das encomendas de JSF para 80 aeronaves por ano ou a compra de novos caças F-16 e F-15 de última geração. O relatório original do GAO, na sua versão completa, poder ser lido aqui (arquivo em formato PDF com 80 páginas). LEIA TAMBÉM: USAF pode ter problemas na defesa aérea devido ao envelhecimento de seus caças USAF enfrenta seu maior inimigo de todos os tempos: ela mesma POSTS RELACIONADOS: USAF e FAP em 2007 LM diz que F-35 substituirá o F-15 na USAF Plano da USAF prevê aquisição de aeronaves até 2040 A idade dos aviões de combate da USAF USAF enfrenta seu maior inimigo de todos os tempos: ela mesma F-15 da USAF e F-16 da ROKAF treinam na Coreia do Sul USAF vai cortar 250 caças Reativado o 69º esquadrão de bombardeiros da USAF, com B-52H Site de recrutamento da USAF USAF debate uma grande atualização para os F-22 Raptors
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Agosto 24th, 2010 at 01:22pm
Under Aeronáutica e Aeroespacial+ Dança+ Governo+ Indústria+ Personalidades+ Política
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, destacou hoje a necessidade de ter uma indústria de defesa sul-americana, ao mesmo tempo em que anunciou um acordo com o Chile para a construção do avião cargueiro KC-390, projeto da Embraer e da Força Aérea Brasileira (FAB). Em visita ao Chile, Jobim foi recebido pelo presidente desse país, Sebastián Piñera, no Palácio de La Moneda (sede do governo), e por seu par chileno, Jaime Ravinet, além do chanceler Alfredo Moreno. Após o encontro, o ministro brasileiro informou que um dos temas da conversa foi a possibilidade de haver um grande entendimento entre os países do continente. Em declarações à ANSA, Jobim explicou que o Brasil vive agora um novo momento com a região, para a qual “ficou de costas” por muito tempo, ressaltando ainda que atualmente foi iniciado “um entendimento” e, por isso, o subcontinente precisa ter uma posição “muito clara” nos encontros internacionais. Sobre o tema da Defesa, ele destacou que há mudanças importantes nos ministérios chileno e brasileiro, na formação orçamentária e na gestão da indústria básica da área. Por sua parte, Ravinet falou da importância da visita de Jobim, que, segundo ele, permite um incentivo ainda maior à colaboração e ao trabalho em uma indústria comum. Com o programa KC-390, a Embraer e a FAB pretendem produzir um novo avião para o transporte militar ao custo de US$ 1,3 bilhão. Além do Chile, o Brasil estuda firmar parcerias estratégicas com a Colômbia e a Argentina, entre outros países. O voo do primeiro protótipo está previsto para acontecer em 2014. FONTE: Ansalatina, via Notimp IMAGEM: Embraer NOTA DO BLOG: confira a agenda da visita do Ministro Nelson Jobim no Chile, conforme informações do Ministério da Defesa : Segunda-feira, 23 de agosto de 2010 11h00 – Reunião Bilateral. 12h00 – Visita de cortesia ao Sr. Sebastián Piñera, Presidente do Chile. 13h30 – Almoço com autoridades do Governo, Parlamentares e personalidades. (Local: Força Aérea do Chile) 15h30 – Visita ao Ministro RR.EE., Sr. Alfredo Moreno. 16h30 – Visita a ENAER. (Empresa Nacional de Aeronáutica). terça-feira, 24 de agosto de 2010 10h00 – Visita a CECOPAC, Centro de Treinamento Conjunto para Operações de Paz no Chile 16h00 – Decola para Brasília (21h20) VEJA TAMBÉM: Embraer começa a definir parceiros para novo cargueiro KC-390: FAB negocia com outros países parceria estratégica OGMA fabricará três componentes principais para o KC-390 POSTS RELACIONADOS: OGMA fabricará três componentes principais para o KC-390 Embraer receberá em setembro primeira parcela da FAB para projeto KC-390 Interesse de Portugal pelo KC-390 Embraer vai à FIDAE 2010 em Santiago, no Chile Participação de Portugal no programa KC-390 pode ser oficializada durante a Farnborough 2010 Aeronáutica apresenta ‘mock-up’ do compartimento de carga do KC-390 Mais um concorrente para o KC-390? Participação de Portugal no programa KC-390 foi tema de encontro com primeiro-ministro KC-390: investimento tcheco Franceses terão que “engolir” KC-390
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Agosto 16th, 2010 at 09:00am
Under Aeronáutica e Aeroespacial+ Indústria+ Serviços
Ferramenta de treinamento de última geração já é utilizada por clientes em Dallas, EUA O primeiro simulador de vôo do Phenom 300 da Embraer CAE Training Services (ECTS) foi qualificado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), pela Federal Aviation Administration (FAA), dos Estados Unidos, e pela Agência Européia para a Segurança da Aviação (European Aviation Safety Agency – EASA). A ferramenta de treinamento de última geração localizada no Centro de Treinamento SimuFlite da CAE em Dallas, Estado do Texas, EUA, já está sendo utilizada por clientes para qualificar pilotos do Phenom 300. “Tenho muita satisfação de anunciar que o primeiro simulador de vôo do Phenom 300 está totalmente operacional, servindo aos nossos clientes”, disse Márcio Fernandes, Gerente de Treinamento de Clientes da Embraer. “Esta é uma importante conquista para a nossa estratégia de longo prazo de apoiar a crescente frota e mostra nosso compromisso de oferecer treinamento de alto nível para nossos operadores.” Este é o terceiro simulador de vôo da ECTS a oferecer treinamento de pilotos para clientes Phenom e o primeiro dedicado ao Phenom 300. Os outros dois simuladores apóiam as operações do Phenom 100 e foram certificados no segundo semestre de 2009. Um deles também está localizado em Dallas e o outro no centro da CAE em Burgess Hill, no Reino Unido. A ECTS (www.embraer-cae.com) é uma joint-venture entre a Embraer, fabricante de aeronaves mundialmente reconhecida, e a CAE, provedora de soluções para treinamento em aviação. Tal associação combina os produtos inovadores da Embraer com a avançada tecnologia em simulação, ferramentas para treinamento e rede de apoio da CAE no intuito de oferecer a pilotos e técnicos de manutenção instruções passo-a-passo por meio de atividades teóricas, de simulação e práticas. Sobre a CAE A CAE é líder mundial no fornecimento de tecnologias de simulação e modelagem e de soluções integradas de treinamento para a indústria de aviação civil e forças de defesa em todo o mundo. Com receita anual superior a C$ 1,5 bilhão (dólares canadenses), a empresa conta com mais de 7 mil empregados em 75 localidades e centros de treinamento em 20 países. A CAE tem a maior base instalada de simuladores de vôo para aplicações civis e militares e dispositivos de treinamento. A rede mundial composta por 29 centros para a aviação civil e militar treina mais de 75 mil integrantes de tripulações por ano. A companhia também oferece software de modelagem e simulação para vários segmentos do mercado e, por meio da divisão de serviços profissionais, fornece assistência a clientes com as mais variadas necessidades em termos de simulação. Fundada em 1947, a empresa tem sede no Canadá. Com clientes em mais de 100 países, conta com a maior cobertura mundial entre todas as empresas do setor de equipamentos e serviços para simulação e treinamento do mercado. As exportações correspondem a 90% da receita anual da CAE, que tem ações negociadas nas bolsas de Toronto e de Nova York (TSX: CAE; NYSE: CAE). Dedicada à inovação, a CAE destina cerca de 10% de sua receita anual para pesquisa e desenvolvimento. Para mais informações, visite www.cae.com. FONTE: Embraer POSTS RELACIONADOS: ANAC homologa Phenom 300 Phenom 300 recebe certificação da EASA Segundo site, FAA cobrou modificações no Phenom 300 Embraer recebe certificado da FAA para o Phenom 300 ‘Phenom 300′ na Flying de Junho 2010 Entregue o primeiro Phenom 300 a um cliente brasileiro Jato Phenom 300 segue firme rumo à certificação Jato Phenom 300 tornará Embraer gigante, diz ‘FT’ Phenom 100 pela primeira vez na Austrália Embraer entrega centéssimo jato Phenom 100
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Agosto 16th, 2010 at 12:49am
Under Aeronáutica e Aeroespacial
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Agosto 15th, 2010 at 10:55pm
Under Aeronáutica e Aeroespacial
Tente descobrir qual o avião que aparece na mira e a qual avião pertence o HUD. Que informações que aparecem no HUD você consegue interpretar? POSTS RELACIONADOS: ‘Dogfight’ Dogfight Su-27 vs F-15! Os primeiros ases e as regras básicas do combate aéreo Muito perto para lançar um míssil, mas no momento exato para usar o canhão
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Agosto 8th, 2010 at 05:54pm
Under Aeronáutica e Aeroespacial
Num único MFD do cockpit do JAS 39 Gripen à esquerda, toda a informação que era apresentada no painel do J 29 Tunnan , na década de 1950. Sem posts relacionados.
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Agosto 8th, 2010 at 05:37pm
Under Aeronáutica e Aeroespacial
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Agosto 8th, 2010 at 03:34pm
Under Aeronáutica e Aeroespacial
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Julho 31st, 2010 at 01:05am
Under Aeronáutica e Aeroespacial
Clique na imagem para acessar o site da Força Aérea dos Estados Unidos. POSTS RELACIONADOS: USAF enfrenta seu maior inimigo de todos os tempos: ela mesma Reativado o 69º esquadrão de bombardeiros da USAF, com B-52H USAF cria o Comando de Ataque Global Problema de fadiga nos A-10 da USAF LM diz que F-35 substituirá o F-15 na USAF F-15 da USAF e F-16 da ROKAF treinam na Coreia do Sul Os esquadrões da USAF USAF vai cortar 250 caças Plano da USAF prevê aquisição de aeronaves até 2040 Destaques da proposta de orçamento da USAF para 2011
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Julho 30th, 2010 at 09:44pm
Under Aeronáutica e Aeroespacial+ Humor+ Política
CB. AREINHA – 68B FONTE: Site da ABRA-PC – Associação Brasileira dos Pilotos de Caça VEJA TAMBÉM: Charge do Poder Aéreo L’ amour O Poema do Mulambo Humor Melô do F-X2: Eu falei… Segredo revelado: depois dos alemães, Galante agora trabalha para os suecos ‘Voo solo’ no Japão BATE-PAPO ONLINE : Converse com outros leitores sobre esse e outros assuntos no ‘Xat’ do Poder Aéreo , clicando aqui . POSTS RELACIONADOS: Charge do Poder Aéreo Poder Aéreo em entrevista à rádio ‘Jovem Pan’ sobre o Programa F-X2 ‘Há opção política pela França’, diz Jobim sobre caças F-X2: uma visão jurídica sobre a decisão Comissão encaminha parecer sobre o F-X2 na próxima semana Uma opinião sobre o F-X2 Decisão sobre compra de caças será política e estratégica, afirma presidente Cavagnari dá entrevista ao eBand sobre o F-X2 Amorim sobre o F-X2: ‘muitas vezes, o barato sai caro’ Decisão final sobre caças sai até o fim do mês
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Julho 30th, 2010 at 08:58pm
Under Aeronáutica e Aeroespacial+ História
Nesta apresentação da Lockheed Martin que o Poder Aéreo disponibiliza aos seus leitores, pode-se conhecer mais os princípios que nortearam a projeto do JSF- Joint Strike Fighter . Os slides abaixo mostram as principais características para as quais o avião foi projetado: auto-defesa, ataque ao solo, sobrevivência e facilidade de manutenção. Para baixar a apresentação em PDF completa, em inglês, clique aqui . SAIBA MAIS: O desempenho do F-35 no combate aéreo Para Eurofighter, F-35 não é caça BATE-PAPO ONLINE : Converse com outros leitores sobre esse e outros assuntos no ‘Xat’ do Poder Aéreo , clicando aqui . POSTS RELACIONADOS: Laser no F-35 ‘Joint Strike Fighter’ Continuação : Laser no F-35 ‘Joint Strike Fighter’ Comparação entre o F-35 e o F-22 – parte 2 Um motor só será suficiente? Para Gates, F-35 não terá segunda motorização Para a Eurofighter, F-35 não é caça Farnborough 2010: a LM insiste que os custos do JSF estão caindo Missões típicas do F-35 e suas configurações Voa mais um protótipo do F-35B Comparação entre o F-22 e o F-35
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Julho 23rd, 2010 at 11:34pm
Under Aeronáutica e Aeroespacial+ Governo+ História+ Política
Em 1967, assumiu o Ministério da Aeronáutica o Ministro Márcio de Souza e Mello. Logo depois, foi criada a CEPAI (Comissão Especial para o Projeto Aeronave de Interceptação). Essa comissão trataria dos estudos relativos à escolha de uma aeronave pura de interceptação, nova (sem ser usada) e supersônica. A CEPAI estruturou seus trabalhos em projetos: Projeto USA, Projeto França, Projeto Inglaterra, Projeto Itália e Projeto Suécia, cada uma com uma equipe diferente de pilotos. A ideia era avaliar, respectivamente, as aeronaves F-5A/B, Mirage III, Lightning Mk.55, F-104 e Saab Draken . Para tanto, consultas formais, a nível de Governo, foram iniciadas com vistas a enviar equipes de avaliação a esses países. Surpreendentemente, o governo americano colocou-se contrário à avaliação de aeronaves supersônicas por parte do Brasil já que, sem sua concepção, aeronaves dessa performance estariam vetadas aos países latino-americanos, por desequilibrar “o balanço do poder ao Sul do Rio Grande” . Isto posto, a avaliação do F-5A/B foi eliminada. Durante a avaliação das demais aeronaves, o governo americano insiste que o Brasil envie uma equipe para voar o F-5A/B, embora permanecessem as restrições de exportação. A contragosto do Ministro Márcio (pressão política?), a CEPAI montou uma nova equipe para a missão USA. A análise posterior dos relatórios, foi feita pelo GABAer/EMAer e resultou na escolha do Mirage III, em detrimento de outras aeronaves. Aquisição do Mirage III Para apresentar a solução ao Presidente, a CEPAI elaborou um substancioso relatório que seria encaminhado ao Presidente Costa e Silva para a necessária aprovação, o que foi feito. Há um fato curioso (presenciado pelo Chefe da CEPAI), no que tange à análise presidencial do relatório. O Ministro Márcio, em despacho pessoal, apresentou o Relatório da CEPAI indicando o Mirage III e seu arrazoado. O Presidente Costa e Silva ouviu atentamente o Ministro Márcio e, ao final dos esclarecimentos, teria declarado: – “Ministro Márcio, estou com um problema político com o governo inglês e seus bancos no que se refere ao financiamento para as obras da Ponte Rio-Niterói. Muito me ajudaria se a solução da FAB fosse o Lightning”. O Ministro Márcio retirou-se e convocou o Chefe da CEPAI e instruiu: – “Onde estiver escrito Mirage nesse relatório, APAGA e põe Lightning”. O que, a contragosto, foi cumprido. E o relatório BRAINGLA (Brasil-Inglaterra) recebeu o aprovo por escrito do Presidente Costa e Silva, que dias depois adoeceu, vindo a falecer. Passaram-se alguns meses. Quando já empossado o Presidente Médici, o Ministro Márcio retorna ao assunto fazendo o retrospecto histórico do processo. Após tudo ouvir, o Presidente Médici acrescentou: – “Ministro Márcio, não temos mais o problema financeiro citado pelo meu antecessor. Se a escolha técnica da FAB foi o Mirage francês, que o seja”. FONTE: Estória Informal da Aviação de Caça – Crônicas e Causos… – Associação Brasileira de Pilotos de Caça – 2003 SAIBA MAIS: A Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira – Parte 1 A Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira – Parte 2 A Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira – Parte 3 A Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira – Parte 4 POSTS RELACIONADOS: A Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira – Parte 2 A Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira – Parte 4 Berço da aviação de caça promove encontro de gerações no RJ Como estão os Mirage III da FAB? A Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira – Parte 3 Veteranos do 1° GAvCa recebem justa homenagem Combate dissimilar – Mirage III X F-5E A Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira – Parte 1 Combate aéreo dissimilar: Mirage IIIE versus F-5E ‘Arraiá’ da Base Aérea de Anápolis
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Julho 23rd, 2010 at 11:23pm
Under Aeronáutica e Aeroespacial
Um caça CF-18 caiu no sul de Alberta, no Canadá, nesta sexta-feira, com o piloto conseguindo se ejetar. O acidente ocorreu no aeroporto Lethbridge County e o piloto capitão Brian Bews foi levado para o hospital com ferimentos ainda não determinados. O piloto estava treinando para o Alberta International AirShow que começa amanhã. Nas fotos, a sequência da queda. FOTOS : Dan Riedlhuber/Reuters Sem posts relacionados.
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Julho 23rd, 2010 at 10:09pm
Under Aeronáutica e Aeroespacial+ Geral
O debate sobre o custo unitário do Lockheed Martin F-35 Joint Strike Fighter (JSF) continuou no Farnborough International Airshow, já que o programa passa por recertificação que iniciou em junho. O gerente geral e vice-presidente do programa F-35, Tom Burbage, disse em apresentação a jornalistas em 19 de julho, que a LM ainda segue o objetivo de entregar uma aeronave de US$ 60 milhões em custo de “flyaway”. Um funcionário da LM depois confirmou ao Jane’s que este preço flyaway inclui “todos os sistemas de missão, sensores e equipamentos auxiliares de missão”. No entanto, recentemente, em março foram anunciados os planos para o programa F-35 ser transferido de uma base “cost plus” para preço fixo. O subsecretário americano de Defesa para Aquisição, Tecnologia e Logística, Ashton Carter, disse ao Congresso que o custo por unidade médio do F-35 aumentou de US$ 50 milhões para US$ 95 milhões, em dólares de 2002. Dados de preços recentes para os clientes internacionais do F-35 revelam um custo por unidade ainda maior. No Canadá, por exemplo, documentos oficiais sugerem que o custo de aquisição para 65 F-35A será de US$ 8,7 bilhões, o que dá US$ 134 milhões por unidade. FONTE : Jane’s POSTS RELACIONADOS: Apresentação do F-22 no Farnborough Air Show 2010 Custos do F-35 subiram 50% Para Gates, F-35 não terá segunda motorização Austrália anuncia a compra do primeiro lote de F-35 Lockheed Martin terá que acelerar desenvolvimento do F-35 Dinamarca pode abrir mão do F-35 em favor do F-18 Super Hornet Para a Eurofighter, F-35 não é caça O desempenho do F-35 no combate aéreo F-35 vai atrasar mais dois anos com custo ainda maior Um motor só será suficiente?
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Julho 23rd, 2010 at 05:51pm
Under Aeronáutica e Aeroespacial
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Julho 23rd, 2010 at 04:57pm
Under Aeronáutica e Aeroespacial+ Emprego+ Geral
No gráfico acima o F-35 dos Fuzileiros Navais americanos. O armamento interno seria usado no primeiro dia de operações e o externo a partir do segundo dia, quando as defesas do inimigo já estivessem destruídas A propósito básico do F-35 Joint Strike Fighter (JSF) é cumprir as tarefas de ataque ao solo que agora são desempenhadas pelo F-16 Fighting Falcon , F-18 Hornet , and AV-8B Harrier . Basicamente, o JSF foi pensando como caça-bombardeiro, para atuar em céus mais seguros que tenham sido limpos por caças de superioridade aérea como o F-22 Raptor e o F-15 Eagle . A grande vantagem do F-35 é a grande quantidade de aeronaves que vai ser produzida, o que não pode ser feito com o F-22, pelo seu alto custo de aquisição. O tamanho, desenho e capacidade do F-35 foram projetados pensando em missões de ataque. O avião é primariamente um substituto para o F-16 e tem por essa razão dimensões parecidas com este. O F-22, por sua vez, é muito maior e tem tamanho comparável ao F-15, que foi projetado para substituir. A capacidade de armas do F-35 e do F-22 são comparáveis às do F-16 e do F-15 respectivamente. Tanto o Eagle quanto o Raptor foram projetados primariamente para missões ar-ar, de superioridade aérea, com carga de mísseis ar-ar correspondente. O F-22 tem quatro baias internas para mísseis, com duas baias laterais para mísseis AIM-9M/X Sidewinder e duas baias centrais para três mísseis AIM-120C AMRAAM cada. O F-35, por ser uma aeronave bem menor, tem apenas duas baias internas e seis pilones externos nas asas como mostra a imagem abaixo, de duas versões do JSF, a CTOL e a STOVL. A versão naval embarcada tem uma asa muito maior. Comparado com o JSF, o F-22 tem maior tamanho e volume interno. Entretanto, o F-22 também tem uma limitação importante: suas baias centrais foram projetadas em torno do AIM-120 AMRAAM que tem somente 3,65 m de comprimento e envergadura máxima de 0,45m. Essas dimensões são suficientes para as missões de superioridade aérea, mas para missões de ataque, as armas são maiores e mais largas que o AIM-120, por isso é muito difícil integrar armas ar-solo no F-22. As únicas armas ar-solo que podem ser integradas ao F-22 são a GBU-32 JDAM guiada por GPS, que tem cerca de 3,05 m de comprimento e é baseada na bomba de emprego geral de 455kg, Mk.83 e as SDBs, que pesam cada uma 250 libras e com o triplo de alcance. Assim como as JDAMs, são guiadas por INS/GPS. A maioria das armas ar-superfície são da classe de 2.000 libras (910kg), com comprimento em torno de 3,80 e 4,25 m, portanto muito grandes para caber no F-22. Uma das características originais do projeto é que a estação ar-ar fica num trilho articulado, e sai quando a porta da baia se abre, como se vê na foto acima. Com essas limitações em mente, os projetistas do F-35 fizeram as baias internas do avião paras as armas de 2.000 libras. As armas que ditaram predominantemente seu comprimento e profundidade foram as AGM-154 JSOW e GBU-31 JDAM de 2.000 libras. Cada baia do F-35 tem duas estações de armas, como mostrado acima. Armas ar-solo como a JSOW e a JDAM são transportadas na estação mais externa. Armas ar-ar também podem ser transportadas nesta posição, mas normalmente são transportadas na estação mais interna, que é dedicada para esta função. Na imagem abaixo, as armas que podem ser transportadas internamente pelo F-35: Na imagem abaixo, as armas que podem ser transportadas externamente pelo F-35: Nos gráficos a seguir, as missões típicas das variantes CTOL da US Navy e STOVL do USMC. FONTE : Aerospaceweb.org / Apresentações da Lockheed Martin POSTS RELACIONADOS: Radar APG-81 demonstra suas capacidades no F-35 LM diz que F-35 substituirá o F-15 na USAF Para Gates, F-35 não terá segunda motorização Um motor só será suficiente? Voa mais um protótipo do F-35B 1º voo de F-35 com piloto da ativa da RAF O desempenho do F-35 no combate aéreo Custos do F-35 subiram 50% Para a Eurofighter, F-35 não é caça Austrália anuncia a compra do primeiro lote de F-35
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Julho 23rd, 2010 at 03:59pm
Under Aeronáutica e Aeroespacial
Segundo a Aviation Week o CEO da Sukhoi, Mikhail Pogosyan, confirmou durante o evento aeronáutico de Farnborough que a Força Aérea Russa começará a receber seus primeiros caças Su-35S antes do final de 2010. Segundo executivos da Sukhoi, a assinatura radar da aeronave foi reduzida com o uso de materiais absorventes, assim como pela redução de sensores protuberantes. Testes preliminares com o Su-35 já foram concluídos, com 270 voos (totalizando 350 horas de voo) de duas aeronaves (uma terceira foi perdida em um incêndio durante provas de solo). Ainda segundo Pogosyan, durante os testes o radar NIIP Tikhomirov Irbis mostrou um alcance máximo de detecção, para alvos aéreos, de 400 km. Já o sensor infravermelho detectou e simultaneamente acompanhou diversos alvos em alcances superiores a 80 km. Os projetistas da aeronave afirmaram que a vida útil das turbinas NPO Saturn 117S é de 4.000 horas. Já a célula é planejada para 6.000 horas de voo, em 30 anos de serviço. Pilotos da Foraça Aérea Russa já estão participando do programa conjunto de avaliação. A encomenda russa é de 48 Su-35S para entrega até 2015. Um segundo lote com a mesma quantidade é esperado para a segunda metade da década. O Su-35S cobrirá a lacuna até a entrada em serviço do caça de quinta geração russo, o T-50 PAK FA. Pogosyan afirmou que o T-50 deverá fazer sua primeira apresentação pública no Show Aéreo de Moscou, em Agosto. Su-35 para a Líbia Segundo Alexander Mikheev, da Rosoboronexport, a Líbia deverá ser o lançador do Su-35 para exportação. Foi confirmado pela agência russa de exportação de armamento que o contrato para um número não revelado de aeronaves, para a Líbia, deverá ser assinado neste ano. FONTE: Aviation Week VEJA TAMBÉM: Rússia pode comprar mais 60 caças Sukhoi até 2015, incluindo 48 Su-35 Rafale para a Líbia: acordo poderá ser concluído antes de 11 de agosto E a Líbia, vai de Su-35…. POSTS RELACIONADOS: Rússia pode comprar mais 60 caças Sukhoi até 2015, incluindo 48 Su-35 E a Líbia, vai de Su-35…. Rafale para a Líbia: acordo poderá ser concluído antes de 11 de agosto Rafale a caminho da Líbia Avião cai na Líbia e deixa 103 mortos IL-76 cai na Rússia Embraer poderá produzir aviões de passageiros na Rússia Venezuela gastará U$ 2,4 bi com Su-35 Sukhois para Argélia e Uganda Su-35 para a Venezuela?
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Julho 17th, 2010 at 11:06am
Under Aeronáutica e Aeroespacial
Informação foi dada pelo Chefe do Estado-Maior ontem A Força Aérea da Índia (IAF) assinará o contrato com o vencedor do programa MMRCA (Medium Multi-Role Combat Aircraft) em 2011, após as negociações comerciais informou o Chefe do Estado-Maior da Aeronáutica daquele país na sexta-feira (16/07). “Nós assinaremos o contrato do novo avião de combate dentro de um ano. O relatório técnico sobre os aviões estará pronto no final deste mês”, informou o Brigadeiro PV Naik Em seguida a IAF encaminhará o relatório ao Ministro da Defesa da Índia. “De acordo com o regulamento, as propostas financeiras serão abertas e as aeronaves serão selecionadas em uma “short-list” para futura avaliação comercial”, continuou Naik. FONTE: com informações da Economic Times e da HindustanTimes LEIA TAMBÉM: MMRCA: ‘short list’ deve demorar um mês MMRCA entra em nova fase POSTS RELACIONADOS: MMRCA entra em nova fase MMRCA: ‘short list’ deve demorar um mês Gripen NG demo voa na Índia para a disputa do MMRCA Como está a concorrência na Índia Índia solicita a concorrentes do MRCA que reapresentem propostas Caças norte-americanos serão avaliados primeiro na concorrência indiana Concorrência na Índia ainda vai levar 18 meses Gripen NG Demo na Índia E o Gripen NG não foi Site da Saab para o ‘Gripen for India’
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